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Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 2)
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Nome Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 2)
Escrito por [[Usuário:Mar99 wiki|Mar99 wiki]]
Data de lançamento 26/01/2013
Simsérie Nova Belavista
Classificação A leitura é aberta para todos os públicos. Livre

Cronologia
Capítulo Anterior Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 1)
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Propriedade

Nova Belavista - Capítulo 7 (Parte 2): Feiticeira sim. Por quê não? é de propriedade de Mar99 wiki. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.
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Ela poderia afirmar agora, que atingiu a virtude e a habilidade máximas.

Um mês se passou desde que Coralina recebeu os seus poderes sobrenaturais. Foi um caminho tortuoso. Ao tentar treinar um dia, acabou por transformar o carteiro em um sapo, mas felizmente, sabia como desfazê-lo. Ela poderia afirmar agora, que atingiu a virtude e a habilidade máximas. Em uma noite, decidiu fazer uma visita a sua melhor amiga, Brenda. “Hoje é o aniversário da Brenda! Espero que ela não tenha um ataque cardíaco...”, pensou Coralina. Era outono, uma bela dor de cabeça para quem gosta de um jardim limpo. Brenda estava já com a barriga saliente, e varria as folhas do jardim.
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– Boa noite, Brenda. – cumprimentou Coralina. – Tudo bem com o bebê?

– Boa noite, Brenda. – cumprimentou Coralina. – Tudo bem com o bebê?

– Ah, Coralina. – Brenda reconheceu a voz da amiga, mas não se virou. – Uma grande novidade: fui no médico hoje, e descobri que são gêmeos!

– Parabéns! – respondeu Coralina – Muitas felicidades!

Brenda entristeceu facilmente.

– Me preocupo muito com o futuro deles. – respondeu Brenda. – Estou desempregada, tenho dois filhos pra criar, e daqui a pouco, vão ser quatro! Vou pensar cada noite em como ganhar dinheiro. O que faço?

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– Bem, estou aqui exatamente para isso. – afirmou Coralina. – Brenda, eu sou uma feiticeira.
– Como? – perguntou Brenda, atônita.

Bem, estou aqui exatamente para isso. – afirmou Coralina. – Brenda, eu sou uma feiticeira.

– Como? – perguntou Brenda, atônita. Parou de varrer as folhas. – Você só pode estar brincando, não está?

– Não, Brenda. Não é uma brincadeira. – respondeu Coralina.

– Como isso aconteceu? – perguntou Brenda.

Coralina contou toda a história para Brenda.

– Então, nós, as bruxas boas, devemos cuidar para que nada saia do controle na cidade em que devemos tomar conta. Como a bruxa que me transformou teve de deixar Belavista, ela me escolheu como “sucessora”.

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– Bom, foi um pouco estranho, mas depois que conheci mais do mundo mágico, essa tarefa de cuidar da cidade é mais fácil do que eu imaginava. – falou Coralina, dando uma risadinha. – É como toda mãe: tem que colocar juízo na cabeça de algumas pessoas.

– E como se sente? – perguntou Brenda.

– Bom, foi um pouco estranho, mas depois que conheci mais do mundo mágico, essa tarefa de cuidar da cidade é mais fácil do que eu imaginava. – falou Coralina, dando uma risadinha. – É como toda mãe: tem que colocar juízo na cabeça de algumas pessoas.

Houve um silêncio. Coralina queria contar sobre as tais energias malignas que atuavam na cidade, mas era melhor não citá-las agora.

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– Hoje é seu aniversário, Brenda. Então, vim dar uma surpresa que nunca vai esquecer. – falou Coralina. Ela então pegou sua varinha, e fez movimentos circulares com ela na direção de Brenda. Ela desmaiou no mesmo segundo.

– Hoje é seu aniversário, Brenda. Então, vim dar uma surpresa que nunca vai esquecer. – falou Coralina. Ela então pegou sua varinha, e fez movimentos circulares com ela na direção de Brenda. Ela desmaiou no mesmo segundo.

No dia seguinte, Brenda acordou na sua cama. Ela ainda se perguntava se tudo aquilo foi um sonho. Levantou, trocou de roupa, preparou a comida, e deu um beijo nos dois filhos quando foram à escola. Ela iria para o banco, para ver como estava sua situação financeira. 

Ao ver o seu extrato, viu uma coisa bastante estranha. Haviam § 50.000 na sua conta bancária, de um “doador anônimo”. Ela estranhou, mas checou várias vezes e confirmou para si mesma: era verdade. Pulando de alegria, Brenda voltou para casa. No jardim, ela foi recebida por Bial, que gritava:

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– O papai tá aqui! O papai tá aqui! – gritou Bial
– Mãe! É verdade! Meu Deus, é verdade! O papai tá aqui! – gritou Eric.

– O papai tá aqui! O papai tá aqui!

Brenda estranhou aquilo. Estaria seu filho alucinando? Depois, apareceu Eric, correndo também:

– Mãe! É verdade! Meu Deus, é verdade! O papai tá aqui!

Brenda estava aos poucos se convencendo que era verdade. Era muita pouca a chance de seus dois filhos alucinarem no mesmo dia. Ela correu, e viu Durango, seu falecido marido. Ele estava em pé, na cozinha, esperando por ela. Brenda não acreditava no que estava vendo. Muito dinheiro na conta bancária? Seu marido vivo de novo?

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– Estou sonhando? – perguntou a si mesma. – Eu só posso estar sonhando!

– Estou sonhando? – perguntou a si mesma. – Eu só posso estar sonhando!

Durango riu um pouco, se aproximou dela e a acariciou.

– Não, Brenda. Você não está sonhando.

– DURANGO! – Brenda gritou, abraçando-o.

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– Não, Brenda. Você não está sonhando.
– DURANGO! – Brenda gritou, abraçando-o.

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