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Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 1)
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Nome Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 1)
Escrito por [[Usuário:Mar99 wiki|Mar99 wiki]]
Data de lançamento 19 de janeiro de 2013
Simsérie Nova Belavista
Classificação A leitura é aberta para todos os públicos. Livre

Cronologia
Capítulo Anterior Viajando para o Oriente
Próximo Capítulo Feiticeira sim. Por quê não? (Parte 2)
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Propriedade

Nova Belavista - Capítulo 7 (Parte 1): Feiticeira sim. Por quê não? é de propriedade de Mar99 wiki. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.
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As coisas não andavam tão bem assim para Coralina Bonevelho, a mãe adotiva de Maria José. Coralina havia enviuvado recentemente.

As coisas não andavam tão bem assim para Coralina Bonevelho, a mãe adotiva de Maria José. Coralina havia enviuvado recentemente. Quando o ocorrido aconteceu, ela perdeu seu chão. Tentava se distrair da tristeza com seu jardim e alguns passeios ocasionais. Em um deles, Coralina conheceu Brenda Malpaga. Brenda convidou Coralina para conversar um pouco, e se sentaram no banco do jardim. 

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– Obrigado pelo convite. – agradeceu Coralina – Ficar naquela casa quase estava me deixando louca!

– Obrigado pelo convite. – agradeceu Coralina – Ficar naquela casa quase estava me deixando louca!

– Não foi nada. – respondeu Brenda. – Aliás, onde é que você mora?

– Ah, subindo a rua, apenas. Não é uma casa grande, mas já está bem para mim.

– Você mora com alguém lá? – perguntou Brenda.

– Ah, eu morava com meu marido, mas ele morreu já faz um mês. – respondeu Coralina. Brenda se sentiu terrível com sua pergunta.

– Meus pêsames. Eu... não queria perguntar isso. Acho que você não gosta de se lembrar... – Brenda desculpou-se.

– Não se preocupe. Superei isso um pouco. – confortou Coralina – Queria que a minha filha me visitasse mais também, mas vive às voltas com o trabalho dela.

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– Maria José, acho que conhece. – respondeu Coralina. – Quer porque quer ser a prefeita da cidade.

– E quem é a sua filha? – perguntou Brenda.

– Maria José, acho que conhece. – respondeu Coralina. – Quer porque quer ser a prefeita da cidade. 

– Ah, a Maria? No início da carreira dela, ela se mudou pra uma casa vizinha à minha. Acho que ela será uma ótima prefeita da cidade, mais do que qualquer um. Leva seu trabalho tão a sério... – falou Brenda.

– E você, mora com alguém? – perguntou Coralina.

– Ah, moro com meus dois filhos Eric e Bial... – falou Brenda. – Eric é o adolescente. Adora se meter em encrenca e já me deu tantas dores de cabeça... Acho que ele foi o que mais sofreu quando seu pai morreu.

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Brenda, em pé, desabou em lágrimas. Coralina levantou tentou confortá-la. Ela parou, e se desculpou.

– Seu marido morreu? Meus pêsames! – respondeu Coralina.

– Não se preocupe... Isso era ainda quando Eric era criança. No dia seguinte da morte de Durango, eu descobri que estava grávida dele. Bial conheceu pouco o pai, quando ainda era bebê. – Brenda falou com pesar. – Ele pergunta constantemente pelo pai... Eu costumo não responder isso a ele... Talvez ele não aguente...

Brenda, em pé, desabou em lágrimas. Coralina levantou tentou confortá-la. Ela parou, e se desculpou.

– Desculpe... Eu não costumo pensar muito nisso... Ele era tão importante para mim, para o meu filho... Desculpe... Desculpe...

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– Bom, é melhor você colocar um sorriso gostoso nessa carinha triste. – consolou Coralina. Brenda riu um pouquinho, enxugou as lágrimas, e sorriu novamente.

– Não, não peça desculpas! – afirmou Coralina – Ele era, e ainda é importante na vida da sua família. Como meu marido era...

Coralina começou a ficar triste também. Seu marido morreu, e ele era muito importante na sua vida. Sua companhia do dia a dia... Anoiteceu. Coralina olhou para Brenda.

– Bom, é melhor você colocar um sorriso gostoso nessa carinha triste. – consolou Coralina. Brenda riu um pouquinho, enxugou as lágrimas, e sorriu novamente.

– Obrigado por essa ajuda, Coralina. – agradeceu Brenda. – Quando você falou isso, me lembrou da minha mãe... 

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Coralina viu um estranho brilho numa casa vizinha. Ela não aguentou a curiosidade, e se aproximou cuidadosamente de uma janela da casa.

Bem. Muito obrigado pela visita, volte sempre!

– Pode deixar, querida. Eu vou! – respondeu Coralina, com firmeza.

Coralina abraçou Brenda e saiu andando. De repente, Coralina viu um estranho brilho numa casa vizinha. Ela não aguentou a curiosidade, e se aproximou cuidadosamente de uma janela da casa. Viu uma bruxa, mexendo em seu caldeirão. Coralina se surpreendeu, e foi tomada pelo medo. Saiu, tentando fazer o mínimo de barulho, mas acabou chamando a atenção da bruxa. Um brilho verde brilhou Coralina. Ela não sabia o que fazer. Quando viu, estava dentro da casa da bruxa.

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Saiu, tentando fazer o mínimo de barulho, mas acabou chamando a atenção da bruxa. Um brilho verde brilhou Coralina. Ela não sabia o que fazer. Quando viu, estava dentro da casa da bruxa.

– Boa noite. – falou a bruxa, já um pouco alterada. – Então era você que estava se espreitando pela minha casa? 

– Mil perdões! Mil perdões! – respondia Coralina, assustada. – Não era minha intenção... Eu...

– Acalme-se. – confortou a bruxa. – Não há nada do que se temer. Mas estou um pouco desapontada com você, Coralina.

No meio de medos e inseguranças, Coralina não se segurou e perguntou:

– Como você sabe o meu nome? – perguntou Coralina.

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– Ora, eu sei de tudo e mais um pouco do que está acontecendo em Belavista. – respondeu a bruxa. – Nem FOFOCA é tão produtiva. Mas, responda, porque você andou me bisbilhotando?

– Ora, eu sei de tudo e mais um pouco do que está acontecendo em Belavista. – respondeu a bruxa. Nem FOFOCA é tão produtiva. Mas, responda, porque você andou me bisbilhotando?

– Bem... Eu... Bem...

– Ah, não preciso nem pensar. – falou a bruxa, confiante. – Ficou curiosa e decidiu ver que brilho estranho que estava vindo daqui, não é? Coralina, Coralina. A curiosidade matou o gato! Não era assim que seu pai falava?

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A bruxa fez movimentos circulares com sua varinha em direção a Coralina. Coralina desmaiou.

– Bem... É... – respondeu.

– Pode ir para casa, Coralina. – falou a bruxa. Coralina ia andando para a porta, mas a bruxa interrompeu-a. – Mas antes...

A bruxa fez movimentos circulares com sua varinha em direção a Coralina. Coralina desmaiou. No dia seguinte, acordou com o sol batendo pela janela. Estava, de algum jeito, na sua casa. Ela se sentia um pouco estranha. Ela, então, foi tocar piano.

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Ao entrar na sala (que antes só tinha seu piano), encontrou um livro de feitiços e um caldeirão.

Estranhou que havia uma estante no lugar da porta que ia para sua sala de músicas. Como iria entrar lá? “Será que não é uma daquelas estantes de filmes que tem uma passagem secreta?”, pensou Coralina. Pegou um livro diferente dos outros e a porta se abriu. Ao entrar na sala (que antes só tinha seu piano), encontrou um livro de feitiços e um caldeirão. Encontrou também um bilhete manuscrito.



A Carta da Bruxa

Recado da Bruxa.png

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