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Porque Sonhos Existem Para Sonhar
Nova Belavista - Capítulo 4.jpg
Nome Porque Sonhos Existem Para Sonhar
Escrito por [[Usuário:Mar99 wiki|Mar99 wiki]]
Data de lançamento 1º de dezembro de 2012
Simsérie Nova Belavista
Classificação A leitura é aberta para todos os públicos. Livre

Cronologia
Capítulo Anterior Um Novo Dia Caliente
Próximo Capítulo Buscando Aprovação
Mudou-se.png

Propriedade

Nova Belavista - Capítulo 4: Porque Sonhos Existem Para Sonhar é de propriedade de Mar99 wiki. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.


Os dias continuaram passando, e Dario nas Nuvens continuava tentando viver da sua arte. As coisas não tem andado muito fáceis, sem contar que Dario não conseguiu vender muitos quadros, e as contas continuavam a chegar.

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– Pai – respondeu Duque. – Mais contas chegaram.

– Pai – respondeu Duque. – Mais contas chegaram.

– Droga. – bufou Dario. – Ao menos alguém dessa cidade precisa ter bom gosto para minhas obras. Não consigo vender nenhuma!

– Você continua acreditando nisso, pai? – perguntou Duque. – Você não consegue nos manter, e por mais que resista, você precisa arranjar um emprego.

– Sei, filho. – disse Dario. – Mas você sabe o quanto é difícil encontrar um empregador que entenda meu dom artístico.

– O que você está pintando agora, pai? – perguntou Duque. – A Cassandra mais uma vez? Esqueça isso. Ela está mais interessada em ricos desmunhecados do que em pobretões como nós.

– Me deixe em paz, filho. – respondeu Dario.

– Pai – insistiu Duque – Só não quero que você se machuque. Você dorme sempre pensando nela. Você come pensando nela. E em quase tudo que você faz.

– Uma coisa que você não aprendeu ainda, filho – disse Dario, dirigindo-se para frente do filho. – Sonhos existem para sonhar.

– Mas as contas continuam chegando. – retrucou Duque.

– Bom. – disse Dario. – Já que quer assim, vamos procurar mais uma vez por um cargo. Onde está o jornal?

– Se eu fosse você, não contaria com ele. O vira-lata que mora por aqui já o rasgou em mil pedaços.

– Ótimo. – Dario ironizou. – Onde mais encontro por emprego?

– No computador. – respondeu Duque.

– Você sabe que eu não me entendo muito bem com computadores, não é filho? – perguntou Dário. – Mas, vamos, então.

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Após quinze minutos procurando pela internet, Dario encontrou o que queria. Uma carreira no ramo artístico. E começava com boa remuneração.

Após quinze minutos procurando pela internet, Dario encontrou o que queria. Uma carreira no ramo artístico. E começava com boa remuneração. Os primeiros dias foram muito bons para a família. Dario se esforçava cada vez mais e mais, e conseguia mais promoções. O cargo tão cobiçado, no topo da carreira já não parecia mais um lugar inimaginável. Durante essa subida, a casa também sofreu reformas no andar de cima.

Era uma noite de verão, e Duque havia saído com uns amigos para se divertir. Como Dario estava sozinho em casa, decidiu chamar a Cassandra para jantar.

– Boa noite, Dario. Tudo bem? – perguntou Cassandra.

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– Boa noite, Dario. Tudo bem? – perguntou Cassandra.

– Sim, tudo bem. Nossa! Que bonita você está hoje! – respondeu Dario.

– Ah, obrigada. – agradeceu Cassandra – Decidi fazer um novo penteado.

– Vamos, entre. – Dario convidou – O jantar está servido.

Os dois se serviram e sentaram.

– Então, Dario, como vai o Duque? – perguntou Cassandra.

– Ele vai bem. Está com as notas cada vez melhores. – respondeu Dario.

– E me conte sobre o seu novo emprego. Como vai tudo? – perguntou Cassandra.

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– Vai bem. Estou cada vez mais saindo mais destacado e respeitado na empresa. – respondeu Dario, depois de dar a última garfada. – Vamos lá para fora, que está uma noite quente o céu está tão bonito.

– Vai bem. Estou cada vez mais saindo mais destacado e respeitado na empresa. – respondeu Dario, depois de dar a última garfada. – Vamos lá para fora, que está uma noite quente o céu está tão bonito.

Eles se sentaram na varanda e ficaram observando o céu escuro, cheio de estrelas. Tudo estava tão bonito.

– Sabe, Cassandra. – começou Dario. – Eu sempre me sinto feliz quando estou com você.

– Ah, obrigado. – respondeu Cassandra. – Eu me sinto ótima quando estou com você. É melhor, para esquecer aquele idiota do Don Lotário.

– Quero lhe contar uma coisa. – falou Dario, levantando-se da poltrona.

– É sobre o Duque? – perguntou Cassandra. 

– Não, não é sobre o Duque. – respondeu. – É sobre você e eu. Eu... Eu amo você.

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Se sentiam ótimos com a presença um do outro, e agora que estavam sozinhos, eles se beijaram pela primeira vez.

Cassandra ficou em silêncio, mas sentia o mesmo por ele.

– Eu também te amo, Dario. – respondeu.

Se sentiam ótimos com a presença um do outro, e agora que estavam sozinhos, eles se beijaram pela primeira vez. Duque entrou pelos fundos alguns minutos depois.

– Ehm... – Duque não tinha palavras. – Desculpe, eu... Devo estar atrapalhando algo.

– Não... Ehm... Eu já estava de saída. – respondeu Cassandra. – Tchau, Duque. Tchau, Dario.

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– Nossa... Eu... – Duque dizia, impressionado – Não sabia que as coisas iam TÃO bem entre você e a Cassandra.

Duque e Dario não falaram nem uma palavra quando entraram em casa.

– Nossa... Eu... – Duque dizia, impressionado – Não sabia que as coisas iam TÃO bem entre você e a Cassandra.

Dario não respondeu a pergunta, mas corou um pouquinho. Ele se retirou e foi dormir. Duque fez o mesmo. Dario ficou pensando no primeiro beijo que dera em Cassandra. E também não vai ser o último.

Depois disso, eles ficaram dois dias sem se falar, até Cassandra o convidar para a sua casa, no fim de semana.

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– Mas venha vestido com um terno. Papai gosta dessas formalidades. – completou Cassandra. – Até lá. Beijos.

– Claro, ótimo. – respondeu Dario. – Eu quero mesmo conhecer ao seu pai e ao seu irmão. Vai ser ótimo.

– Mas venha vestido com um terno. Papai gosta dessas formalidades. – completou Cassandra. – Até lá. Beijos.

Dario desligou o telefone e sentou-se na mesa da cozinha. “Terno.”, pensou. “Nossa, um terno. Ela vai me apresentar ao pai dela, e eu não posso ir para lá com um terninho meia-tigela. Vamos comprar um.”. Pegou seu carro e foi até a loja de roupas mais próxima. Ao chegar, foi direito para encontrar um bom terno. Os preços eram um pouco salgados, não havia como negar, mas ele tinha dinheiro para isso. Fazendo o que gosta.

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– Duque, alguns avisos. – começou Dario. – Vou estar fora por algumas horas, e obviamente não voltarei cedo. Juízo, hein?

O sábado chegou, e Dario se arrumava as 19h30, para ir para a casa de Cassandra.

– Duque, alguns avisos. – começou Dario. – Vou estar fora por algumas horas, e obviamente não voltarei cedo. Juízo, hein?

– Claro pai. Vá tranquilo. – respondeu Duque.

Dario saiu de casa, deixando Duque sozinho. Ele voou para o telefone e discou um número.

– Lílite? – perguntou – Que tal vir aqui em casa? Estou sozinho essa noite.

Andar calmamente nas ruas de Belavista é algo bom a se fazer quando tiver tempo. E era algo que Dario tinha. E a mansão Caixão não era muito longe da sua casa. Desfrutar a brisa de verão foi ótimo, enquanto chegava até lá. Dario encontrou a Cassandra na porta de casa, esperando por ele.

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– Ótimo que veio, Dario. – disse Cassandra, beijando-o nos lábios. – Hoje você vai conhecer meu pai e meu irmão. Aposto que eles vão gostar de você.

– Ótimo que veio, Dario. – disse Cassandra, beijando-o nos lábios. – Hoje você vai conhecer meu pai e meu irmão. Aposto que eles vão gostar de você.

Os dois entraram na casa, e Dario não podia negar que estava nervoso. Cassandra apareceu primeiro na sala, e Dario tentou agir o menos despreocupado possível.

– Pai, esse é o Dario. O meu namorado.

Essas palavras o deixaram doido. “Namorado”. Um título que ele gostou. E isso provava que ambos tinham o mesmo sentimento mútuo: amor. “Namorado é bom. Não, é mais que bom. É ótimo.”, pensou.

– Boa noite. Como vão vocês? – perguntou Dario.

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– Boa noite. Como vão vocês? – perguntou Dario. A cara de desconfiança que Vladmir havia feito se desfez, com toda a cordialidade de Dario. Ele tinha uma aparência boa e era educado. Uma das principais coisas que Vladmir gostava num homem para ter como genro.

A cara de desconfiança que Vladmir havia feito se desfez, com toda a cordialidade de Dario. Ele tinha uma aparência boa e era educado. Uma das principais coisas que Vladmir gostava num homem para ter como genro. 

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