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Negócio da Miséria
Nome Negócio da Miséria
Escrito por AmandaMM
Data de lançamento 6 de Abril de 2014
Simsérie Misery Business
Classificação A leitura não é recomendada para menores de 14 (catorze) anos. 14 anos

Cronologia
Próximo Capítulo Acontecimentos
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Propriedade

Misery Business - Capítulo 1: Negócio da Miséria é de propriedade de AmandaMM. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.
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Como sempre. Thomas e outra “ficante”. Patrick volta para casa e é isso que acontece, sempre. Patrick diz:

- O que temos aqui, mais uma, irmão? - Ambos se assustam e se afastam Patrick se aproxima e diz: - Já é a quarta desde que nos mudamos para cá, algo a declarar sobre isso?

A garota olha para Thomas como se buscasse uma explicação, enquanto isso Patrick anda até o sofá e depois de sentado diz:

- Posso não te conhecer, mas aconselho que vá embora antes que ele deixe-te aos pedaços. Se bem que... Ele já deve ter conseguido o que queria, estou certo?

Thomas grita para Patrick:

- Por que fez isso seu idiota?!

Patrick apenas fica em silêncio e observa a garota ficar com mais raiva ainda de Thomas, ela então diz:

- O que significa isso Thomas?

Thomas ergue as mãos e em seguida fecha suas expressões, um longo tempo depois ele diz:

- Você vai mesmo acreditar no que ele diz Tatiana?

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Tatiana diz mais irritada:

- Lógico que sim! Só em olhar para ele podemos dizer que é muito mais honesto que você!

Patrick diz demonstrando estar prestando atenção na conversa:

- Se isso tiver sido um elogio, obrigado Tatiana.

Thomas se irrita e diz:

- Cara vai embora daqui!

Patrick se levanta e Tatiana diz procurando se acalmar:

- Você é um lixo Thomas. Você me fez promessas de ontem pra hoje, mas não irei me abalar por sua causa.

"Clap" foi o único som que ecoou pela casa, "clap". E Thomas levou um belo tapa na cara, Patrick que estava praticamente de saída arregalou os olhos e ficou com uma vontade maior ainda de sair. Enquanto isso Tatiana apenas ri e diz:

- Bem feito para você!

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Tatiana então se dirige a Patrick e diz em voz baixa:

- Agora me beije!

Patrick arregala os olhos, quando os lábios te Tatiana estavam quase próximos aos seus, ele desvia, fazendo-a quase beijar a parede e diz:

- Sem teatro comigo, por favor.

Thomas enquanto pressiona a bochecha e sente-a latejara diz:

- Não conseguirá nada com ele, é gay.

Tatiana vira-se para Patrick e diz espantada:

- Você é gay?

Patrick cruza os braços e diz sério:

- Não, eu não sou gay. Mas preferiria ser se fosse para apenas enganar mulheres como esse aí faz.

Tatiana olha para Thomas que diz:

- O pior é que é verdade.

Tatiana olha novamente para Patrick que ainda de braços cruzados diz:

- Quer um conselho, Tatiana? Saia daqui imediatamente e procure por alguém que te mereça.

Tatiana apenas balança a cabeça e caminha até a saída, quando ela finalmente sai, Patrick entra para o seu quarto e Thomas vai procurar alguma forma de amenizar a dor do tapa que levou de Tatiana.

Não muito tempo depois, Thomas entra no quarto de Patrick que está no computador completamente entretido com uma rede social. Thomas não diz nada, apenas tenta observar o que Patrick está fazendo. Porém Patrick o percebe e diz:

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- Eu sei que está ai. Pode falar.

Thomas diz:

- Você e que deveria ter levado um tapa.

Patrick ri um pouco e diz enquanto fecha o notebook:

- Acredite, não mesmo.

Depois de uma pausa, Patrick diz:

- Eu não fiz nada a ela diferente de você.

Thomas diz:

- Eu sei, eu mereci. Mas você também. Quando ela quis me provocar beijando você, simplesmente recusou.

Patrick se levanta e diz:

- Você sabe muito bem como isso funciona para mim. Não é simplesmente assim como você acha.

Thomas diz:

- Ao menos eu sou homem. Você é um gay.

Patrick leva à mão a cabeça e diz:

- Julga-me apenas porque escrevo romances e porque não fiquei com diversas mulheres como você. Engana-se. Não sabe o que é ser homem de verdade. Thomas ri e diz:

- Claro que sei! Você que não sabe!

Patrick suspira e diz:

- Vamos, me acompanhe.

Enquanto Patrick anda, para e pega sua guitarra, depois deixa o quarto junto com Thomas e param na sala. Patrick começa a tocar, Thomas comenta:

- Ei... Eu me lembro dessa música.

Patrick apenas balança a cabeça e continua tocando.

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Thomas diz um pouco curioso:

- Sei que sabe cantá-la também, porque não canta?

Patrick não diz nada, e pouco tempo depois começa a cantar:

- Segundas chances, elas nunca importam, uma vez vadio você não é mais nada, e quando a perdão, ambos supostamente teríamos que trocar. Desculpe cara! Mas eu estou passando por cima! Agora olhe para cá! Existe um milhão de outros caras que fazem o mesmo que você, parecendo o mais inocente possível para pegarem quem querem e o que gostam. É fácil quando você faz isso direito... - Thomas olha com raiva para Patrick que grita ainda cantando: - Bem, eu me recuso! Eu me recuso! Eu me recuso!

Thomas grita:

- Para com essa merda agora!

Patrick ri sem parar enquanto Thomas fica com mais raiva. Thomas então diz, acalmando-se um pouco:

- Você mudou a letra apenas para...

Patrick diz risonho:

- Te atingir!

Thomas resmunga:

- Gay imprestável.

Patrick diz ainda risonho:

- Foi engraçado, admita!

Thomas diz:

- Não sei, o que levou patada foi eu. Você apenas zombou da minha cara, você e seu senso de humor. Mas... - Patrick olha para Thomas que diz: - Está de boa. Mas na próxima... Juro que arrebento a sua cara.

Patrick não fica nenhum pouco intimidado, apenas pega a guitarra para guardá-la novamente no mesmo lugar.

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No dia seguinte, Patrick havia saído em busca de alguma editora interessada em seu trabalho como escritor, fracasso. Ainda iniciante, porém talentoso, as portas para Patrick vivem a se fechar e ele vive a se decepcionar consigo mesmo pensando se está fazendo o que é certo, em investir nesse negócio da miséria, porém apenas isso ele sabe fazer com total êxito, Patrick e seus contos românticos. Ao menos merecia uma chance de mostrar o quanto é bom.

Com o seu carro, procura por algum lugar para ir, provavelmente se voltar para casa encontrará Thomas bêbado, já que Tatiana o largou e é o que ele mais gosta de fazer, porém Patrick ainda não conhece muito bem essa cidade tão grande, estava mais acostumado com Bridgeport, cidade onde nasceu e cresceu. Enquanto dirige pelas ruas, encontra um lugar que lhe chama a atenção, ele estaciona o carro e vai para lá, talvez se sinta melhor por lá, tire de sua cabeça suas ideias de que é inútil e diferente, possa até conseguir inspiração... Mas o que importa é que a vista é muito bonita.

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Patrick continua por lá, o tempo não passou nenhum pouco, percebe-se que os peixes pulam no rio a toda a hora, e que também não há mais ninguém naquele lugar além de Patrick, provavelmente todos estão cuidando de suas vidas há essa hora.

Porém é possível perceber uma movimentação, porém Patrick ignora e continua a olhar além da lagoa e daquele pequeno parque, além mesmo de seus próprios pensamentos. Uma voz feminina lhe desconcentra:

- Bom dia.

Patrick então retoma a sua realidade, vira-se e dá de cara com uma moça.

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Ele então diz depois de um pouco em silêncio:

- Bom dia.

Ela sorri e diz:

- Estava precisando encontrar pessoas. Não conheço ninguém aqui até agora.

Patrick sorri e diz:

- Bem, sou Patrick Castro, e você?

Ela responde:

- Caroline Duarte.

Eles se cumprimentam, Caroline então puxa um assunto:

- Muito grande essa cidade, não paro de me perder entre as estações de metrô.

Patrick diz:

- Sim, é realmente bem grande...

Há uma pausa, Patrick diz então:

- Também não moro há muito tempo aqui, mas conheço alguns lugares. Caso precise de ajuda.

Caroline sorri e diz:

- Obrigada, Patrick.

Patrick sorri.

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Os dois andam além daquele local e se sentam num banco para conversar, conversam até bastante, talvez porque ambos não tinham mais nada para fazer, ou com quem conversar. Caroline diz:

- Tem um irmão gêmeo?

Patrick diz:

- Sim, mas somos muito opostos.

Caroline diz:

- Apresente-me ele depois.

Patrick diz:

- Tudo bem. Mas... E quanto a você? Tem alguém da família por aqui?

Caroline abaixa um pouco a cabeça, mas depois a ergue novamente e diz olhando para Patrick:

- Não, infelizmente não.

Patrick então entende que é melhor não tocar nesse assunto. Patrick olha as horas no relógio e diz:

- Em breve precisarei ir almoçar e procurar por uma nova editora...

Caroline diz curiosa:

- Editora?

Patrick sorri e diz:

- Ah sim, esqueci de mencionar. Sou escritor, estou em busca de alguma editora para publicar meus futuros livros.

Caroline sorri também e diz:

- Incrível! Parece-me ter muito talento!

Patrick um pouco sem graça diz:

- Se tivesse realmente, algum deles já teria me dado uma chance.

Caroline diz procurando dar algum incentivo:

- O início dessa profissão é realmente difícil... Mas não desista. Posso não te conhecer, mas sei que conseguirá Patrick.

Patrick tenta sorrir e diz:

- Obrigado, Caroline.

Caroline diz enquanto sorri:

- Falando nisso, chame-me apenas de Carol.

Patrick assente. Em seguida os dois se despedem e Patrick volta para casa, assim prepara seu almoço e come sozinho. Sabendo que Thomas pode estar em qualquer lugar há essa hora.

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