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Feridas Antigas (Parte 1)
Nome Feridas Antigas (Parte 1)
Escrito por AmandaMM
Data de lançamento 13 de Janeiro de 2014
Simsérie Eternamente
Classificação Classificação 12 anos 12 anos

Cronologia
Temporada
Próximo Capítulo Feridas Antigas (Parte 2)
Mudou-se

Propriedade

Eternamente - 1x01: Feridas do Passado (Parte 1) é de propriedade de AmandaMM. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.
Eternamente - Capítulo 1 (01)

Então eu e Mia chegamos à casa que acabo de comprar, uma pequena casa, porém suficiente para tocarmos nossas vidas daqui para frente. Eu digo: - Chegamos Mia, nossa nova casa. Hora de entrar, está frio e você precisa descansar querida. Ao entrar, observo um pouco as mobílias antes de subir para o andar de cima, creio que está tudo em ordem e não precisarei fazer grandes alterações, principalmente na decoração que já é impecável a meu ver.

No pequeno cubículo que poderemos chamar de quarto da Mia, entro e ajeito-a em seu berço. Procurei manter a decoração de seu quarto... Ela já deve está acostumada com ele assim, e eu também.

Eternamente - Capítulo 1 (02)

Descendo novamente as escadas, ajeito-me no sofá da sala e observo a neve cair por uma das janelas, esse inverno há de ser o mais rigoroso de Moonlight Falls desde minha chegada, não tenho dúvida disso e só em lembrar os últimos acontecimentos posso dizer que é o inverno mais amaldiçoado de toda a minha existência também.

Eternamente - Capítulo 1 (03)

Pois bem, é necessário que eu explique tudo, deixe tudo bem claro, posso então começar a narrar brevemente à triste história da minha vida junto com todos aqueles felizes momentos cujo durão pouco mais de um piscar de olhos e passam tão rápido quanto minha veloz silhueta na calada da noite. Meus pais e eu residíamos em Riverview, na área mais rural da cidade. Minha vida já não era lá grande coisa, filho único de uma mãe que tinha muitas dificuldades a engravidar e perto da velhice, enquanto meu pai já era um idoso. Eu não brincava, eu cuidava deles, e ao ponto que envelheciam precisavam de mais cuidados, e eu era o único apto. Eles morreram quase no mesmo período, e eu fui para universidade sem grandes planos para minha vida.

Eu era um jovem imaturo, que esperava viver a infância e a adolescência de uma vez e no lugar errado, eu mal estudava, eu ia a noitadas, festas do barril do suco, dançava até o raiar do dia, perdia noites saindo e estava indo mal nos estudos, tão mal que podia ficar entre os alunos de recuperação logo no primeiro período. Eu detesto pensar que um dia eu já fui assim. Tenho até vergonha de mim.

E justamente num dia como esse, eu estava voltando de uma festa, cortei caminho por um local de mato alto, banhado pela luz do luar belíssimo em lua cheia, alguém me apagou. E quando acordei ao nascer do sol, dei-me conta de que tinha sido transformado em criatura da noite, um vampiro.

Pensei que fosse o fim, o fim de tudo para mim, não sabia ainda como lidar com essa nova realidade. Eu me sentia cansado e com sede, não sede de água ou sucos... Sede de alguma outra coisa, eu andava pela rua e via alguns estudantes já saindo de seus dormitórios eu sentia vontade de sugar o sangue que corria em suas veias. Minha pele era fria e de coloração estranha, não tinha mais batimentos, eu parecia morto e isso me levava ao desespero. Quando fui correr a meu dormitório passei como uma ventania durante tempestade, eu era mais rápido, mais forte. E a sede ainda parecia me consumir por dentro.

Lembro-me de ligar o computador, e pesquisar. Coletei informações o suficiente, os poderes de um vampiro, o que ele deve fazer para se manter vivo, e principalmente que sua vida é estendida, isso significa que vou assistir a todos cerrar os olhos, enquanto permanecerei na minha plena juventude, e verei seus filhos e netos cerrarem os olhos, enquanto permanecerei ainda em plena juventude. Acredito apenas por já ter vivido um pouco disso, pois quando soube custei a acreditar.

Também aprendi a partir daquele momento poderia ficar sem comer e sem beber, alimentando-me apenas de plasma, que estava presente no sangue dos Sim’s, em frutos puros e alguns sucos especiais, os sucos que hoje não faltam na geladeira de casa. A sim, e também depois disso eu abandonei a universidade com destino a Moonlight Falls, cidade que tinha boatos de abrigar diversos seres sobrenaturais, então vi logo o meu lugar, onde talvez pudesse ser aceito, mas mesmo assim preservo meu estado sobrenatural à grande maioria.

Cheguei à cidade no outono, assistir ao inverno e a primavera em uma humilde casa, a única que tive dinheiro para comprar. E no verão jamais imaginava as coisas maravilhosas que estavam por vim. Lembro-me como se fosse hoje, eu sair de manhã, sem rumo já que era sábado e eu não trabalhava, por falar em trabalho, ocupo um medíocre posto no hospital da cidade, mas não é hora de falar disso.

Sobre minha moto, eu passeava pela cidade sem rumo como disse anteriormente, até parar num curioso local, como se fosse um imenso jardim coberto por uma estrutura de vidro arredondada, esqueci qual seria o nome daquilo, e imaginei que lá eu encontraria o que fazer ou pelo menos admirar as flores ou algo do tipo...

Estava eu sozinho naquele lugar, havia algumas árvores, muitas cercas vivas e flores, flores por todos os lados como era de se esperar e também tinha altas grades que também tinham flores, belas flores que pareciam ter sido costuradas sobre as grades. Reconheci-as como orquídeas. Enquanto observava aquelas orquídeas, do outro lado da grade mais a frente, vi uma moça, uma moça que assim como eu era jovem e olhava as orquídeas, com brilho nos olhos e enchendo meus olhos amarelos com tua beleza.

Avancei do meu lado da grade até onde ela estava, seduzi-a com os olhos e timidamente fui correspondido. Ela olhava para mim e quando percebia que tinha visto voltava seu olhar as flores, e avançava lentamente do seu lado da grade, enquanto passava a mão pelas flores, eu então passei a fazer o mesmo e em seu ritmo, até nossos dedos se tocarem de leve, e depois disso, ela parou e rio baixinho, mesmo assim eu percebi. Estava me deixando levar por sentimentos que jamais senti.

Depois dali, eu a vi sentar num banco de baixo de uma das poucas árvores, e eu me juntei a ela. E depois de um pouco de silencio eu finalmente disse um “oi”, e ela me respondeu com uma pergunta pouco comum: “Por que está olhando tanto para mim?”. E eu então respondi: “De todas as flores desse jardim, a que mais me chamou atenção foi você”. E ela riu, não timidamente mais um pouco mais livremente, e eu apenas sorri. E foi assim que conheci Laura.

Logicamente depois disso, perguntei seu nome que no caso é Laura, e ela perguntou o meu que é Adam. E depois disso, ela me veio com uma pergunta curiosa: “Você não é normal, certo?” e eu respondi com receio: “De certa forma... Não”. Depois disso, ela entrelaçou os dedos da mão sobre o colo e disse com olhar baixo “Eu também não sou, nem deveria estar aqui... Sou insana e posso ter uma crise a qualquer momento.” Laura era insana, e quando ela me falou isso à primeira vez, eu fiquei extremamente preocupado com ela, tão preocupado que entrei em sua mente e aprofundei em suas memórias querendo saber mais sobre ela e em frações de segundos eu vivi sua vida.

Perdera a mãe num trágico acidente quando criança, e pouco tempo depois seu pai adotou uma adolescente loira que de acordo com o que eu vi era um lobisomem selvagem, que foi criada junto com ela e ensinada a se comportar como um Sim normal. Porém ela também perdera o pai depois disso num desaparecimento que até hoje não se obteve explicações. Na adolescência fora diagnosticada com problemas mentais, principalmente por estranhos comportamentos infantis que persistiram depois de grande. Eu vi toda a sua infância... Chorando debaixo das cobertas pedindo pela mãe ou pelo pai. Foi triste de se ver... E ao mesmo tempo muito invasivo de minha parte.

Eu então ainda com tudo que tinha visto em mente, respondi: “Acho que te entendo. Mas não se preocupe... Estou aqui...” Depois que eu disse isso a ela, Laura me parecia melhor e inclusive me perguntou se nos veríamos novamente e eu disse que com certeza sim. Conversamos mais um pouco aquele dia, o suficiente para sabermos onde mora e ter o número na agenda do telefone. Aquele dia foi especial para mim... Foi inesquecível. E sim, nos encontramos novamente, conversamos, nós saímos muito, eu a visitei e fui apresentado a sua família, todos foram simpáticos comigo, porém sua irmã com um pé atrás, acho que desde o inicio ela sabia o que eu era. E a cada uma das vezes que eu a via, algo em mim crescia com ardor, sentia borboletas no estômago, o tom amarelo de meus olhos se ressaltarem e às vezes gaguejar. Fui aprendendo também a conviver com sua loucura e depois ignorá-la, não seria mais isso que iria impedir de eu beijá-la e querer ficar com ela. Foi o que eu fiz numa bela noite de verão, no parque enquanto todos soltavam fogos de artifício.

Na virada do outono, pedir sua mão a família, não havia dúvida de que era o que eu queria, disse com palavras francas que era um vampiro, e jurei com minha própria alma que jamais iria a ferir, somente assim conseguimos ficar juntos. Chamaram-me então para morar na mansão, posso dizer que depois disso eu e Laura nos aproximávamos cada vez mais e já começávamos a constituir uma rotina.

Eternamente - Capítulo 1 (03)

Não resistia àqueles olhos a me observar, ela tinha um tipo diferente de pureza naquele olhar... Como aquele olhar puro de uma criança, eles refletiam meu perfeito reflexo, ela ignorava quem eu era mesmo às vezes perdendo o controle e colocando-a sob ameaça. Mas jurei com a alma que nada faria, e nada fiz.

Eternamente - Capítulo 1 (04)

Não consigo explicar, definitivamente não consigo explicar, nosso amor era algo jamais visto, sempre estávamos em sincronia, tudo em nós se completava, e todos os nossos defeitos perante nossos olhos eram irrelevantes perante nosso amor. Minha pele tão fria de vampiro que nem pulsação mais tinha sempre era aquecida por sua pele levemente beijada pelo sol. Encontrávamos nos nossos braços, e meus olhos só sabiam olhar os seus e minha boca tinha sede de seus beijos. Pertencíamos um ao outro.

Eternamente - Capítulo 1 (05)
Eternamente - Capítulo 1 (06)

Nós brincávamos, sim, carregava-a nas costas nos arredores do terreno, correndo em alta velocidade, e ela adorava. Laura sempre dizia que era incapaz de sentir medo de mim... Que sempre se sentia segura ao meu lado, isso só pode ser realmente conseqüências de sua insanidade, pois sou mais perigoso do que qualquer um imagina, porém ao mesmo tempo sentia-me bem não ter alguém que me temesse. Gostava também do jeito de que ela dizia que eu era forte, principalmente quando a carregava em meus braços. Compartilhávamos o gosto de olhar para o céu toda noite, com todas aquelas belas estrelas, fazer isso com ela não importasse onde sempre tinha um ar especial.

Eternamente - Capítulo 1 (07)

Finalmente nos casamos, numa cerimônia intima apenas para nós e a família de Laura. Ela se passou a chamar Laura Pear ao invés de Davison. Nada podia estar mais perfeito, não conseguia imaginar algo melhor para minha vida do que tudo aquilo que estava vivendo. Mas tudo o que é bom sempre pode melhorar, e foi realmente o que aconteceu pouco tempo depois de nossa noite de núpcias.

Laura começou a passar meio mal... Acordando tarde e tendo problemas com o estômago, teve dias que não conseguia comer sem vomitar. E eu como um atuante na área médica logo suspeitei, que ela poderia estar grávida e pedir que ela mesma checasse isso, porém sem o conhecimento de sua irmã, que poderia nos criticar. E minha teoria estava correta, Laura estava realmente grávida!

Eu particularmente fiquei muito feliz, e não conseguia conter. Laura também, porém de forma mais moderada, ela ainda estava preocupada com que a irmã poderia dizer, eu pedi apenas para ela dormir que eu cuidaria de tudo, e na calada da noite peguei minha moto e sair, comprei um livro recomendado para pais de primeira viagem, decorei silenciosamente um cantinho no quarto para o bebê e virei à noite lendo o livro.

De manhã, acordei junto com Laura e ela viu a surpresa, ficou tão feliz... Porém ainda tínhamos que anunciar oficialmente, depois que todos tomaram café, nós pedimos alguns minutos de atenção e contamos. A irmã de Laura começa a brigar com ela e comigo, chamando a nós de irresponsáveis, de que Laura não poderia criar uma criança com os problemas que tinha... Foi uma confusão, e eu a defendi. Laura acabou subindo chorando para o quarto, e eu continuei a discutir com sua irmã, tínhamos sim responsabilidade para ter um filho, não seria ela que ia nos julgar! Sempre vi que Dita superprotegia Laura, de forma muito negativa, enquanto era preciso que se desse confiança e liberdade a ela, para ela se sentir melhor... Mas não foi o que aconteceu, não antes de eu aparecer em sua vida.

Depois de finalmente Dita se conformar, eu subi para o quarto e encontrei Laura jogada na cama, fui consolá-la, dizer que tudo havia sido resolvido, que ela não precisaria mais se preocupar, porém ela dizia em tom de choro que a irmã poderia estar certa, que ela poderia não ser capaz, mas eu me lembro de dizer algo como “Você não está sozinha, você tem a mim e eu não vou te deixar”. Foi o suficiente, ela me beijou e pediu pelo livro que disse a ela ter comprado para poder ler também, dei-o a ela e acompanhei-a em sua leitura.

Estávamos realmente felizes com a idéia de ser pais, eu continuei indo trabalhar, mas a primeira coisa que eu fazia ao chegar é vê-la, perguntar como estava, enquanto eu via seu abdômen crescer e comecei a poder senti-lo e ouvi-lo, eu creio que foi a melhor faze para nós dois.

Eternamente - Capítulo 1 (08)

A empolgação pela chegada de um bebê a família, também fez com que Dita e seu marido planejassem uma reforma na casa para que no futuro um cômodo fosse criado logo ao lado do quarto do filho dos dois, Stephen. Porém deixei claro que não precisariam se apressar, já que o bebê poderia ficar por um bom tempo no quarto meu e de Laura. Finalmente Mia nasceu, foi Laura escolheu seu nome. De imediato nos apaixonamos por aquela coisinha fofa e tão pequena... Que havia de trazer somente alegrias a nossa vida. Dita e seu marido Max ao vê-la pela primeira vez também se derreteram por inteiro, e logo após sua chegada tiraram uma foto de nós três para registrar aquele momento.

Eternamente - Capítulo 1 (09)

Lembro-me que na noite que Mia nasceu, encontrei Laura debruçada em seu berço, olhando-a com tanto carinho e admiração eu fiquei incapaz de pensar que Laura não seria boa mãe. Eu me aproximei dela e se não me engana ela disse: “Ela é tão linda... E se parece bastante com você”. Eu sorri e disse: “Sim eu sei, mas acho que ela se parece mais com a mãe...” Tivemos uma discussão animada sobre esse assunto, mas no fim nós dois nos rendemos a fofura que era Mia ao dormir e ficamos a observá-la assim como aceitamos a idéia de que havia um pouco de nós dois em nossa filha.

No dia seguinte fui trabalhar como normalmente, e ao voltar encontro Laura deitada na cama, observo-a silenciosamente, ela olha para mim e sorrir com leveza, porém permanece no mais puro silêncio. Isso não é normal, quando chego Laura normalmente vem ao meu encontro, dá-me um beijo ou começa a narrar algum interessante acontecimento do seu dia, hoje não foi assim, e isso soa a mim muito estranho.

Eternamente - Capítulo 1 (10)

Mesmo as atitudes de Laura serem incomuns, não era de se imaginar que permaneceriam nessas circunstancias o resto do dia. Ela estava tão distante de mim... E eu não conseguia entender o porquê. Eu estava cansado aquele dia, o trabalho tinha me sido exaustivo, a emergência do hospital estava lotada... Muitas pessoas adoecendo com a chegada do inverno e o inicio da campanha de vacinação contra a gripe triplicou meu trabalho do dia.

Eu então já pronto para ir dormir, procuro por Laura e encontro-a na sala assistindo a seu desenho animado favorito, Laura gosta muito desse desenho... Já assistir bastante com ela. Sento ao seu lado no sofá e digo: “Querida, eu estou bem cansado essa noite, o hospital estava lotado e sinto-me sobrecarregado, se importaria de eu ir dormir?”

Eternamente - Capítulo 1 (11)

Laura ria do desenho, e quando parou de rir me respondeu: “Você me parece realmente casando... Pode ir sim amor, eu irei daqui a pouco, apenas gostaria de te pedir para olhar Mia antes de dormir... Por favor. Eu sorrio e digo: “Claro que sim, não precisaria nem me pedir, então, boa noite, amor”. Eu beijo sua bochecha e me retiro para o quarto.

Eternamente - Capítulo 1 (13)

Encontro Mia acordada em seu berço e acho que seria legal se eu lhe desse um pouco de atenção, colocá-la para dormir... Pego-a e acaricio-a sobre meu colo, e pensar que nas primeiras vezes que a segurei temia muito deixá-la cair. Mas isso jamais acontecerá. Depois canto um pouco para que ela durma e logo em seguida faço o mesmo.

Acordo assustado. Ao sair de baixo do cobertor, percebo que Laura ainda não veio dormir e chego a me preocupar com isso, já que acabei de ter um pesadelo com ela, que Laura estava submersa numa piscina se debatendo e eu também apenas observando. Isso me causa arrepios até agora. Ao me levantar, vejo que Mia está acordada e que o tempo parece ter passado. Por precaução acho melhor descer para sala e vê se encontro Laura.

Eternamente - Capítulo 1 (14)

Desço as escadas para sala, a TV está desligada e não há ninguém, até as luzes estavam apagadas antes de eu chegar, na cozinha e sala de jantar também não há ninguém. Ouço Mia chorando, baixinho mais ainda assim sou capaz de ouvi-la e devo voltar ao quarto para acudi-la, deve estar com fome. Laura pode está apenas no banheiro... Deve está vindo logo.

Fui realmente a Mia e ela estava com fome, deixei-a alimentada e creio que voltará a dormir em breve. Estou sentindo algo muito estranho, não sei dizer o que é e então desço novamente até a sala, até agora nenhum sinal de Laura e estou cada vez mais preocupado, paro na cozinha e penso alguns instantes onde ela pode está. Eu ainda não olhei a piscina! Laura pode está em apuros! Uso minha velocidade para sair correndo até o lado de fora.

Eternamente - Capítulo 1 (15)

E ao chegar do lado de fora... Congelo, perante aquele frio da primeira noite de inverno vejo Laura na piscina debatendo-se pela última vez, afundando mais rápido que o meu respirar, e eu aqui estou a olhar fixamente o meu amor, o meu único e verdadeiro amor, ser tirado de mim.

Eternamente - Capítulo 1 (16)

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