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Nada é o Que Parece Ser
Capa Ep 1.png
Nome Nada é o Que Parece Ser
Escrito por [[Usuário:AtMisaelChannel|AtMisaelChannel]]
Data de lançamento 05 de Outubro de 2013
Simsérie A História de Olívia Espectro

Cronologia
Temporada 1
Próximo Capítulo Capítulo 2: O Demônio Veste Preto
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Propriedade

A História de Olívia Espectro - Capítulo 1: Nada é o Que Parece Ser é de propriedade de AtMisaelChannel. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.
Predefinição:Classificação capítulo 12 anos

Informações do episódio

"Nada é o Que Parece Ser" é o episódio piloto de AHOE. Sua estreia é no dia 05 de Outubro de 2013, e este episódio foi postado á qualquer hora, pois ainda não tem horário definido para postar cada episódio da simsérie. Contará um pouco do nascimento e da infância de Olívia Espectro. O episódio foi feito, corrigido, terminado e editado no dia 02 de Outubro de 2013. Conta com a de Olívia Espectro, Ofélia Nigma, sua irmã, Villona Nigma, e seus pais, Peponi e Lerato Muenda.

Episódio

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Há alguns anos atrás... Lembro-me bem de como esta foto foi tirada. Eu era apenas uma criança... Uma doce criança... Sou Olívia Muenda. Eu vivia brincando de soprar bolhas, enquanto meus pais Peponi e Lerato trabalhavam muito, para ajudar no sustento da família...

Alguns anos atrás...
Há alguns anos atrás... Lembro-me bem de como esta foto foi tirada. Eu era apenas uma criança... Uma doce criança... Sou Olívia Muenda. Eu vivia brincando de soprar bolhas, enquanto meus pais Peponi e Lerato trabalhavam muito, para ajudar no sustento da família... Pouco tinha tempo para mim e para minha irmã, Villona, eu a amava, e era minha grande companhia, juntamente com a babá, enquanto nossos pais ficavam fora... Literalmente, sou a mais velha da casa. Eu nasci primeiro, e ela nasceu dois anos depois, após o meu nascimento. Disso sim, eu poderia me gabar. Bem... Eu tive uma infância normal, como qualquer uma das outras... Eu tive uma infância muito miserável e pobre. Vivíamos numa casa pequena, e meus pais dormiam num cômodo e eu e minha irmã em outro. Nossos pais não conseguiam um emprego digno, pois nessa época, estava muito difícil conseguir um bom emprego, e o salário era insatisfatório; não era lá grandes coisas.

Mamãe trabalhava como uma empregada em uma família de classe média alta. Ela não havia achado um emprego melhor para que nos ajudasse, então acabou dando nisso. Essa suposta família com quem minha mãe trabalhava e passa a maior parte do seu tempo, que era composta só por brancos. Eles zombavam e humilhavam-na por ser uma mulher negra, minha mãe Lerato era maltratada naquela casa, porém, ela tentava superar aquilo, ignorando-os na maior parte do seu tempo, mas, sempre foi assim. O preconceito ainda era muito instável na minha época. Mas, ela era obrigada a ficar lá. Ela pensou várias vezes em abandonar o emprego, mas logo desistiu desta ideia, pois não tinha outro lugar melhor para ficar, enquanto papai, trabalhava como um motorista de caminhão para ficar entregando toneladas de cargas ao redor de Estranhópolis. No seu tempo livre, ele agia mais como um motorista de táxi. Ele sempre queria ganhar um dinheirinho a mais, pois o emprego não rendia muito, e o nosso dinheiro era baixo.

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Ás vezes, eu gostava de ficar explorando o meu redor. Eu ficava caçando insetos gosmentos, pois eram os meus favoritos.

Ás vezes, eu gostava de ficar explorando o meu redor. Eu ficava caçando insetos gosmentos, pois eram os meus favoritos. Muitos me chamavam de Olívia, a Esquisita, mas eu nem ligava pra isso, sempre foi meu hobby colecionar insetos. Lagartos eram meus favoritos. Minha irmã Villona ficava rindo da minha casa, pois, ela achava isso tudo engraçado, mas ela nem ligava.

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Villona ficava saltitando pra lá e pra cá, e ela também fingia que era uma professora, ela chegava na classe com uns livros na mão, com uma pose de rainha e dizia: "Alunos.. Abram na página (número)... Cadê a bosta do resumo, em? em?"

Villona ficava saltitando pra lá e pra cá, rindo e assobiando. Ela era uma boa menina. Ela também fingia que era uma professora, ela chegava na classe com uns livros na mão, com uma pose de rainha e dizia: "Alunos.. Abram na página (número)... Cadê a bosta do resumo, em? em?" E ela os ameaçava dando-os reguadas. Eu ria é da cara dela, de tão besta que era!

Eu também tive uma infância estranha e bem assustadora... Sempre quando eu ia escovar os dentes ou pegar um copo d'água, á noite, uma coisa surgia do nada. Ela era coberta com um capô e uma roupa estranha. Eu pensei que fosse alguém, meu pai ou minha mãe, por exemplo, querendo me assustarem, pois eu já conhecia as brincadeiras deles de "Doce ou Susto" no Halloween. Mas, de alguma forma, sempre que eu me virava, aquela coisa não estava mais lá, desaparecia do nada. Eu gritava feito uma louca. Mamãe e papai ficavam assustados, e eles me diziam o que era, e eu descrevia aquela cena horrível e perturbadora... Mas, eles falavam que era só coisa da minha cabeça, eu acho que eu tenho assistido muito filme de terror de noite... Será que eu estou tendo alucinações? Sempre acontecia isso, não tinha um dia que isso não acontecia.

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Á noite, escovávamos nossos dentes, agradecíamos ao dia e iríamos dormir. Porém, eu não conseguia. Eu tenho andado obsvervando o meu redor.

Á noite, escovávamos nossos dentes, agradecíamos ao dia e iríamos dormir. Porém, eu não conseguia. Eu tenho andado observando o meu redor. Na maioria das vezes, eu não conseguia dormir. Era como se algo estava lá, me vigiando, me observando. Eu tentei falar isso para meus amigos da escola, mas eles achavam que eu estava seriamente perturbada da cabeça. Pff, idiotas. Enfim, eu tive muitos pesadelos relacionados a isso. Lá pras 01 ou 02 horas da manhã, eu acordava e relaxava na cama. Eu só perguntava a mim mesmo o porque eu não conseguia dormir. Do nada, choveu muito um dia, relampeava demais, a luz chegou a acabar durante a madrugada toda e voltou bem de manhãzinha, e aquela coisa apareceu por lá, a mesma que aparecia no banheiro. Aquela figura estranha ficava rindo diabolicamente, enquanto eu só me borrava de medo e chorava. Tentei acordar minha irmã pra contar sobre isso, mas ela me pedia para eu dormir, dizia que eu estava vendo coisas e mandou eu parar de ficar vendo filme de terror... Mas era de verdade, eu vi! O problema era, como fazer eles acreditarem em mim? Eu não sou louca, eu juro! Depois daquele dia, nunca mais consegui dormir de novo.

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Aquela coisa ficava me observando... Era sempre assim... Eu estava com muito medo. Eu achava que ela iria aparecer aqui e me matar, mas não...

Aquela coisa ficava me observando... Era sempre assim... O medo tomava conta de mim, não tinha jeito. De alguma forma, eu sempre achava que ela iria aparecer aqui e me matar, mas não... Ela ou ele ficava me olhando com os braços cruzados e rindo... Essa figura sombria sempre aparecia no mesmo horário de sempre, e saía sempre ás 05:00 da manhã. Chamei meus pais diversas vezes, mas ela sempre desaparecia quando eu a tentava mostrar para eles. Eles também vasculhavam a casa afora, mas não havia ninguém por lá. "Acho que era tudo coisa da cabeça, vá dormir, não dê ouvidos a tal coisa..." dizia meus pais, era o mesmo bordão deles de sempre. Quase todos os dias eu os chamava. Tentei dormir algumas vezes, mas simplesmente não consegui, é tão estranho quando te observam dormir... Principalmente, uma fúria estranha da noite...

Eu sempre ia para a cozinha tomar um copo d'água chorando, para me acalmar um pouco, para ver se eu conseguia tirar aquela cena da minha cabeça. Já que ela não me mataria, eu pensava que aquela coisa só iria esperar o momento certo para fazer algo comigo. Só se passava aquilo na minha mente. Eu bebia diversos copos d'águas, ainda choramingando, mas não passava. Meus pais acordavam várias vezes, e eu chorava perto deles, inconsolável. Eles ficaram com muita pena de mim e pediram pra eu dormir umas noites no quarto deles, mas da janela, eu só percebia aquela coisa me olhando novamente. Nada adiantou. Passei a frequentar mais a igreja da minha cidade para afastar os demônios de mim, mas nada adiantou. Porque tinha que ser eu? Porque? Eu colocava um anel da sorte dourado, para me afastar de toda a maldição que me consumia, pois, meus ancestrais tinham um certo interesse em colocar joias ou pertences brilhantes para afastar as coisas ruins. Ainda sim, nada fez efeito.

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- Ah, maldito passado... Malditos fantasmas do passado que me perseguiam... - Dizia Olívia, murmurando. Ela foleava cada página daquele album com muita fúria, e muita emoção.

- Ah, maldito passado... Malditos fantasmas do passado que me perseguiam... - Dizia Olívia, murmurando. Ela foleava cada página daquele álbum com muita fúria, e muita emoção.

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- TIA OLÍVIA! TIA OLÍVIA! - Gritava Ofélia, chamando a sua tia.
- O que foi, querida? - Disse Olívia, lá da sala.

- TIA OLÍVIA! TIA OLÍVIA! - Gritava Ofélia, chamando a sua tia.
- O que foi, querida? - Disse Olívia, lá da sala.
- Tia, você nem vai acreditar! Eu arranjei um namorado, lá na escola! Ele é um extraterrestre, mas eu nem ligo pra isso, ele até que é gatinho, hehe! Ele é tão lindo, tão fofo... Aí, deixa eu fazer meu dever de casa, vai ter prova e se eu bombar pensando nele, vou me ferrar toda... Eu estou literalmente derretida por ele! Bem, era só isso, obrigada por me ouvir, tia! Você é dez!

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- DE... NADA... OFÉLIA... MERDA! - Resmungou Olívia, entre os dentes. Ela estava indignada com o que acabara de ouvir.

- DE... NADA... OFÉLIA... MERDA! - Resmungou Olívia, entre os dentes. Ela estava indignada com o que acabara de ouvir. Ela havia prometido a Lerato que Ofélia não iria namorar tão cedo, a ponto de sofrer com mais um vagabundo que exploraria as mulheres, e sim, quando se tornar uma adulta, quando tiver maturidade suficiente para agir corretamente numa situação dessas. Ela não queria ver sua sobrinha predileta chorar aos seus ombros por causa de um namoradinho.

Olívia dirigiu-se até o seu quarto. Com um pouco de dor nas costas e nas pernas, ela ainda estava forte, a ponto de já fazer alguma coisa que prestasse. Do seu armário, só encontrara pilhas de roupas e mais roupas de ginástica, roupas íntimas, até que encontrou algo importante: a sua arma. A sua doce arma. Ela colocou munição dentro dela, ela não estava com medo de manuseá-la. Será que seria mais uma de suas vítimas arrasadoras?
- Desculpe Ofélia, minha sobrinha linda... Eu amo você, mas é para o seu próprio bem. Não quero que você sofra novamente. - Disse Olívia, logo fechando a porta do seu armário.

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