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O Grande Final
Capa do Cap.15
Nome O Grande Final
Escrito por [[Usuário:AtMisaelChannel|AtMisaelChannel]]
Data de lançamento 11 de Julho de 2014
Simsérie A História de Olívia Espectro
Classificação Classificação 14 anos 14 anos

Cronologia
Temporada 1
Capítulo Anterior Capítulo 14: Está Tudo Errado!
Mudou-se

Propriedade

A História de Olívia Espectro - Capítulo 15: O Grande Final é de propriedade de AtMisaelChannel. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.


Informação do Episódio

"O Grande Final" é o décimo-quinto capítulo e último de AHOE. Ele já havia sido escrito durante Março e Abril de 2014, mas, o meu PC foi formatado, e não fizeram o backup, ou seja? Eu perdi tudo. Mas, não importa. Isso não me impediu de reescrever o capítulo por inteiro. Seria lançado durante os meses que havia sido escrito, mas, agora a data definitiva para o capítulo agora é que seja postado no dia 11 de Julho de 2014. É o final de A História de Olívia Espectro, ou seja, acontecerá muita coisa, e muita emoções e frustações também irá por vir. Como será a vingança planejada por Ofélia, feito a tia Olívia Espectro no episódio passado? Onde está Jô Milton? Ela finalmente irá reaparecer para Olívia? Ofélia e João terão seu encontro? O que vai acontecer? Descubra muito em breve!

Episódio

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Era uma manhã linda e agradável em Estranhópolis. Sexta-feira. Um dia muito apreciado não somente pelos jovens, mas também pelos adultos, pois depois desse glorioso dia dava início ao fim de semana. Não nevava, não chovia e nem nada. Era apenas aquela gigantesca bola amarela chamada Sol cobrindo toda a cidade ensolarada. Ainda era de manhã, pra se ter ideia, seis horas da manhã. Olívia e sua sobrinha Ofélia eram acostumadas a acordar todos os dias nesse horário, pois, Ofélia acordava a essa hora para estar preparada para a escola, e Olívia só relaxava, pois só trabalhava de noite.

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Como de costume, Ofélia sempre levantava primeiro que sua tia Olívia. Como já havia aprendido a cozinhar algumas receitas na antiga cozinha da sua mãe sozinha, ela tinha alguma habilidade na cozinha, ou seja, assim que sua tia acordava o café já estava pronto. Ofélia tinha o dom de preparar coisas deliciosas e saborosas, não é surpresa que ela mal vê sua Tia na cozinha.
- Uahhhh! Bom dia, casinha. – Disse Ofélia, logo acordando da cama. – Que sonho bom eu tive... Eu estava me vingando da descarada da minha tia! Bom... Vamos lá...

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Nas sextas-feiras, Ofélia decidia não abrir a cabeça e apenas fazer alguns sanduíches, pães e bolos para o café da manhã, coisa simples e monótona que ela sempre faz. Ofélia realmente sabia como preparar... Ela só estava apenas concentrada na comida. Acidentalmente, distraída, Ofélia deixa cair a faca que ela estava cortando as fatias de bolonha para o pão de forma.
- Ah, droga! – Disse Ofélia, se abaixando. – Fiquei chacoalhando igual uma louca dançante e deixei a faca cair! Mas, quando Ofélia se abaixa para pegar a faca, ela percebe que não era ela quando acidentalmente pisa em outra coisa bastante suspeita.
- Opa, espera aí... Isso aqui não é uma faca! É uma arma! Debaixo do armário! Tinha que ser da minha tia! Apesar de eu ter visto ela ontem com uma arma, eu já a vi com uma arma antes... Bastante suspeito... Vou ameaça-la com isso...
- ... Bom dia, Ofélia! Está fazendo o café?
Ofélia logo se assustou. Quase teria sido descoberta pela tia. Sua vingança tinha que ser secreta e confidencial. Logo, ela enfiou a arma dentro da calça e levou o café até a mesa.
- O-Oi Tia! Tô sim, espera, eu já vou trazer. Antes, eu vou trocar de roupa.

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Ofélia rapidamente deixou a cozinha e foi até seu quarto, em disparada, para trocar de roupa. Ela também retirou a arma que havia guardado dentro da calça, ela iria usá-la para ameaçar a a tia hoje, e guardou em um bolso.

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- Olá, Ofélia. O que temos para o cardápio hoje?
- Oi tia. Ah, você sabe. O mesmo que eu sempre faço sexta-feira, sanduiches de carne.
- Ah, ótimo! São meus favoritos! Como sempre, minha sobrinha é uma mestre-cuca de qualidade! Bem, sente-se aí e vamos comer.
- Está bem, tia, está bem...

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- Então, Ofélia... Você está tão calada... Vamos conversar um pouco. Como está a escola?
- Desculpe tia, tive um pesadelo terrível, mas eu estou bem. Bom, a escola está normal.
- Que bom!
- Tia... Você é tão misteriosa... Você faz coisas que nenhum ser desse mundo acreditaria...
- Hã... Tipo o que? Do que você está falando?!
- Deixa pra lá... Tia... Olívia. Posso te perguntar uma coisa?
- Bom, pode!

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- Tia... Porque você mentiu pra mim por todos esses anos?
- Ofélia... Eu nunca menti pra você, quem está te falando isso? Vamos falar de outra coisa... Que tal irmos ao shopping e comprarmos lindas roupas pra você?
- Apenas... Responda a minha pergunta, não mude de assunto. E agora quero a VERDADE.
- Está bem, Olívia... Eu menti pra você, satisfeita? Me desculpa, mas eu só queria te proteger! Você é a única sobrinha que tenho.
- VADIA!
- Ofélia, que linguajar são esses? Eu exijo respeito, eu sou sua tia!
- AH, É? VOCÊ EXIGE RESPEITO MENTINDO? MENTINDO TODOS ESSES ANOS PRA MIM? MATANDO TODAS AQUELAS PESSOAS DO NOSSO QUINTAL? TIA... VOCÊ É LOUCA! EU NÃO ACREDITO NISSO! LADRÕES, NÉ? VOCÊ MATOU A JÉSSICA, SUA VAGABUNDA! DONA MORTE, É? VOCÊ MATOU! ASSASSINA! COVARDE! O QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI???
- Ofélia, para de falar besteiras! Eu nunca fiz nada disso. Exijo saber quem te falou essas poucas vergonhas imediatamente!

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- EU DISSE, POR QUÊ? VAI QUERER ME MATAR TAMBÉM? SUA PRÓPRIA SOBRINHA? – Disse Ofélia, logo levantando da cadeira e tirando a arma da tia de seu bolso.
- Ofélia, mas o que é isso, porque você pegou minha arma? Pelo amor de Deus, não faça besteira!
- NÃO INTERESSA PORQUE EU PEGUEI! SUA MENTIROSA, CACHORRA! EU NUNCA MAIS VOU ACREDITAR EM NADA QUE VOCÊ FALAR! SUA TRAÍRA! ONTEM EU VI VOCÊ CONFESSAR TODOS OS SEUS CRIMES PARA O MEU NAMORADO, O JOÃO! VOCÊ QUERIA MATÁ-LO! TIA, SUA MALDITA! EU ODEIO VOCÊ! QUE VONTADE DE TE MATAR, SUA IDIOTA! – Ofélia logo não estava aguentando, quase começou a chorar.
- Ofélia, se acalme querida, não grite! Por favor, me desculpa por todos os crimes que eu cometi, me desculpa! Agora quero que largue a arma e me dê um abraço, você não vai conseguir atirar em mim, acredite. Eu posso recompensar você pelo que fiz. – Olívia sabia que Ofélia não teria coragem de atirar mesmo nela.
- SÓ MÍSERAS DESCULPAS? TIA, SUA MONSTRA! NEM SEI SE DEVO TE CHAMAR ASSIM, OLÍVIA ESPECTRO! VOCÊ DEVE PAGAR PELO QUE FEZ! EU TÔ COM TANTA RAIVA DE VOCÊ! EU TÔ COM RAIVA... EU TÔ COM TANTA RAIVA... VOCÊ DEVERIA IR PRA CADEIA! – Olívia estava certa. Ofélia não teve realmente coragem de assassinar uma pessoa, por mais que ela fosse ruim, Ofélia chorou e largou a arma, ela ainda havia um pouco de compaixão pela tia por dentro.

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- TIA, COMO VOCÊ PÔDE? COMO? VOCÊ NÃO TEM CORAÇÃO MESMO! EU ODEIO VOCÊ, ODEIO!!! VOCÊ ARRUINOU A MINHA VIDA!!! SATISFEITA? AGORA PEGA LOGO ESSA DROGA DESSA SUA ARMA E ATIRA EM MIM! ANDE, VAMOS, ACABA LOGO COM ISSO!
- Ofélia... Meu Deus do céu... Me, me desculpa querida. Eu não queria que chegássemos a esse ponto. Você tem razão, eu não mereço existir nesse mundo. Venha aqui, me dê um abraço e me deixe explicar tudo...


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- Não, Ofélia... Venha, eu consolo você!
- Nada disso! Eu não quero que você toque nenhum dedo em mim! Esses dedos sujos de psicopata! Eu não chego nem perto de gente assim!
- Olha, Ofélia.. Por favor... Me deixa explicar... Olha. Eu fui muito ingênua. Sim, eu matei aquelas pessoas, não... não posso te negar mais nada, Ofélia. Você sabe de toda a verdade. Eu matava aquelas pessoas para me satisfazer, sabe... Eu só... Queria o dinheiro delas...
- Então você era uma ladra! Golpe do baú, não é? Eu sei disso! O pai da minha melhor amiga fez isso com a mãe dela, que era muito rica por sinal... Você é um deles! Porque você não trabalha, igual as pessoas normais? Você é horrível! - Querida... Como eu te disse antes, eu era muito ingênua. Eu não sabia de nada. Meu passado foi um tremendo pesadelo. Conheci Dona Morte, nos beijamos, nos divertimos, eu realmente gostei daquela coisa... Eu matava aquelas pessoas para me encontrar com ela! Bom... Mais cedo ou mais tarde você descobriria, estava na cara né? Sei que não vai me perdoar Ofélia... Mas me escute, eu sinto muito. Sinto por ter matado Jéssica, você realmente gostava muito dela, e eu estraguei a amizade que vocês tinham. Ela havia descobrindo meus planos, então, não tive outra opção a não ser aniquilá-la. Desculpe por tudo que eu fiz, eu não estou mentindo mais, Ofélia... Se tiver algo que eu possa fazer pra recompensá-la... Qualquer coisa... Anda, vamos, me abrace. Deixe-me limpar suas lágrimas. Eu sinto muito. Nada vai consertar o que eu fiz, mas... Eu vou pagar por tudo isso. Desculpa. – Dizia Olívia, com um falso choramingo.

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Não se sabe o que Ofélia sentiu na hora, mas logo correu para abraçar a sua tia Olívia. Ela acabara de ficar emocionada com as palavras da tia, e dessa vez, sabia que ela estava falando a verdade. Ou não...
- Tia... S-Suas palavras... Eu não sei o que dizer... Me... Me desculpa por te tratar tão mal...
- Psiu... Nada disso! Eu é que te devo desculpas por todas as mentiras deslavadas que te contei durante anos... Desculpa Ofélia... Então, eu estava pensando... Que tal você ir para a universidade? Acho melhor você esquecer isso tudo e ir pra lá. Se quiser, eu pago a mensalidade para os seus amigos também...
- Não, tia... Eu não quero ir para a faculdade agora... Está muito cedo... Quer dizer, eu tenho muitos amigos aqui, e, por causa sua, ainda tenho que me redimir com o João hoje na escola... Ele ainda vai correr todo assustado por causa do que você disse.
- Sinto muito, Ofélia! Eu sinto muito mesmo! Eu espero que ele te perdoe.
- Obrigada tia. Agora, eu preciso ir pra escola. Acabei de ouvir o ônibus buzinar.
- Está bem querida, tchau! Eu prometo que te conto mais que a verdade assim que você chegar...
- Está bem, tia... Te vejo a tarde. Vê se não faz nenhuma bobeira.

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Logo, Ofélia se despediu da tia e Olívia logo acenou de volta, ela já estava pronta para ir a escola. Ela estava emocionada pelo depoimento que havia acabado de dar a sobrinha. Mas, Olívia ainda não era confiável...

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- MAS... QUE... DROGA! – Disse Olívia, assim que ouviu o ônibus partir. Ela começou a ficar histérica e eufórica ao mesmo tempo. Sua própria sobrinha tinha acabado de descobrir todos os planos de sua tia maligna! Começou a jogar as cadeiras para o alto, chutou a parede e quase quebrou a mesa de tantos socos que havia dado de raiva... Logo, dirigiu-se para o quarto para se vestir. Pegou uma caixa cheia de munição para pistolas guardada no guarda-roupa e logo foi até a cozinha pegar a arma caída no chão.

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- Ah, doce arminha... Como eu pude esquecê-la ontem, na cozinha... Então, foi assim que ela pegou! Safada! – Disse Olívia, logo pegando a arma do chão. – Droga, não não Olívia! Você não pode matar sua própria sobrinha! Se bem que, já matei muita gente... Acho que ela não vai fazer diferença! Não! Você acabou de dar um depoimento chocante pra ela... Vai traí-la assim? NÃO! NÃO! NINGUÉM PODE DESCOBRIR MEUS PLANOS! DROGA! ELA VAI ESPALHAR PARA A CIDADE INTEIRA! NÃO POSSO SER MAL FALADA PELOS VIZINHOS! Oh... Doce Ofélia...

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Olívia se levantou, recarregou a sua pistola com munição, e já estava pronta para fazer uma nova vítima...
- Ofélia... Não queria que chegasse assim, mas, quando você chegar, vou preparar uma surpresinha pra você... Desculpe... Ah, que droga! Não tô nem aí! Vou virar aquelas velhotas em quarentena mesmo, se lamentando horas e horas para colegas de cela, trocando de roupas íntimas, e confessando o crime...

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Enquanto isso, na escola, Ofélia literalmente corria contra o tempo. Ela corria de um lado para o outro, tentando encontrar João, mas, por causa do recado de sua tia, ele tentou afastá-la durante a escola. Ofélia tentou se explicar, mas, sem sucesso. Ainda estava com medo de manter qualquer contato com Ofélia, e então, ele correu para longe. Ofélia tentou alcançá-lo, mas parece que ele foi rápido demais... Era o quarto horário, educação física. Ofélia logo correu para a quadra de esportes onde estava João. Ela deu sorte, pois o time de João estava na de fora, e só iriam jogar daqui a duas partidas. Ofélia explicou tudo para João, e também que recuperou a amizade da tia, e ela promete que sua tia vai pagar por todo assassinato ocorrido. João logo entendeu toda a mensagem de Ofélia, que o fez a voltarem a ser namorados. Logo, se beijaram. João prometeu que o tal lugar que ele a iria levar no último horário, ainda estava de pé. Ofélia logo se orgulhou, um compromisso de pé. No último horário, eles deram sorte, pois o professor não havia vindo, e seria substituído por um novo professor reserva. Eles conseguiram escapar, com mais um amigo, da escola. Os dois decidiram ir até tal lugar enquanto o outro decidiu ir até uma loja clandestina e comprar cigarros e bebidas. Se um não contasse nada do outro, estava tudo legal.

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No lote comunitário...
- João, que lugar legal! Não acredito que você me trouxe até a piscina comunitária de Estranhópolis! Tipo, eu sempre quis vir aqui, mas, nunca consegui por falta de tempo...
- Ah, não esquenta! Agora estamos aqui! Feliz?
- Sim! Mas... Eu não tô com meu traje de banho aqui! O que vamos fazer?
- É mesmo! Não se preocupe! A gente nada com algumas roupas do corpo que a gente tem.
- Beleza, estou louca pra cair na piscina!

Então, Ofélia foi a primeira a cair na piscina, ela estava tensa demais, somente uma boa água morna iria a livrá-la dos seus problemas. João quis esperar um pouco, pois a piscina estava com muita gente. Ele resolveu literalmente tomar um banho de sol, enquanto Ofélia se debruçava pela água! Mais tarde, com a piscina um pouco mais vazia, João logo resolveu acompanhar Ofélia durante o mergulho. Foi uma tarde divertida para os dois, e realmente compensou ter matado a aula.

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Alguns minutos depois...
- Sabe João, eu realmente gostei de vir aqui e nadar. Obrigada. Você realmente me surpreendeu.
- Ah, que isso, Ofélinha! Só nós dois aqui... Aqui foi o lugar perfeito! Que tal repetirmos sempre dar um desses nossos encontros?
- Eu adoraria! Afinal, é sempre um tédio lá em casa... Bom, hoje, eu conversei com a minha tia... Eu fiquei com tanta raiva que até saquei uma arma pra ela. Tipo, eu queria vingança. Mas logo ela se desculpou... De uma forma bem estranha, eu pressinto que ela mentiu e algo ruim está pra acontecer.
- Cara, sua tia me assusta... Bom, não se preocupa com isso. Não vai acontecer nada. Sua tia vai pagar sim, por todos aqueles assassinatos. Sabe, eu ainda estava na sua casa pra investigar aquelas lápides... Você nunca achou estranho elas terem sobrenomes diferentes? Nunca poderiam ser descendentes da sra. Espectro!
- É verdade... Eu já notei algumas vezes... Mas eu era muito nova, eu não visitava muito aquele cemitério... A última vez que pisei nele, foi quando meus pais foram enterrados lá e a empregada da casa.
- Nossa, que pena! Aquela assassina... Eu sabia!

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- Poxa, estou muito preocupada com a minha tia! Eu ainda não confio nela, mesmo depois daquela desculpazinha esfarrapada. Ela é sempre tão misteriosa às vezes... Eu sabia, eu sabia de tudo! Quase todos os dias minha tia me falava de alguns corpos que iriam ser enterrados no nosso quintal, morreram algumas pessoas por aqui e o GovernoSim-Namental queria que ela enterrasse os corpos lá... Fiquei tipo, que loucura! Ela disse que ainda estava sendo paga pra enterrar aqueles defuntos ali! Dá pra acreditar nisso? É uma tremenda de uma puta mentirosa! Tipo, ela ainda veio com um papo de me trazer até a universidade, fala sério! Não que eu não goste, mas, não posso deixar vocês assim! Tenho muitas memórias aqui em Estranhópolis para serem jogadas fora agora...

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- Você está certa! Ela mentiu pra você durante anos... Acho que você não devia perdoá-la assim, devíamos ligar para a cadeia e a polícia prendê-la! Deve ser difícil conviver com um serial killer durante anos... Você deveria fugir de lá. Faculdade? Nossa!
- Pois é... Eu pensei na hora em fazer isso... Mas seria burrada. Bom, deixa isso comigo, eu dou um jeito na minha tia. Nossa, já está bem tarde! A escola toda acabou de ser dispensada...
- Puts, é mesmo! Ok! Vamos ir embora mesmo, nessas horas, os idosos estão nadando, e você sabe, é muito nojento ver gente da terceira idade com esses trajes de banho super apertados, sem ofensas!
- Hahaha! Verdade! Vamos até o banheiro nos vestir!
- Ei, Ofélia... Antes de ir embora, quer passar lá em casa? Esqueci de te avisar... É meu aniversário, e eu convidei algumas pessoas pra minha festa. Meus pais vão comemorar as bodas de casamento em um restaurante, assim, nós poderemos ficar sozinhos, sabe? Não precisa estar arrumada, suas roupas estão ótimas!
- Poxa, adoraria! Mas, acho que não posso... Minha tia ficaria brava comigo se eu demorar... Mas se bem que o meu aniversário é amanhã... Se bem que... Comemoraremos juntos! Quer saber, vou deixa-la quieta e vamos lá.
- É isso aí! Vamos.

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Enquanto isso, na casa de Olívia Espectro, ela estava ateando fogo no próprio quarto de Ofélia. Com um pouco de gasolina e álcool, apenas isso já foi suficiente para causar um grande estrago no quarto da garota. Não se sabia o que Olívia estava sentindo naquele momento, mas duas coisas podem defini-la nessa hora: raivosa e diabólica. Ela havia ficado tão zangada com a sobrinha que só pensava em uma coisa: mata-la.
- MERDA, MERDA, MERDA! – Dizendo isso, Olívia se retirou do quarto em chamas e logo começou a bater nas paredes de raiva e gritar altos palavreados baixos. – Eu preciso fazer alguma coisa... Espera! Ah sim, tive uma ideia! Vou trazer Dona Morte aqui, só ele pode me consolar agora. Preciso matar alguém! É isso!

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- Droga, estou muito tensa... Qual era o nome daquela pizzaria de Estranhópolis? Ah sim, 080-999-567! Atende, merda! A-Alô? É da Pizzaria Maluca de Estranhópolis? Me envie uma pizza grande de calabresa, bacon e pepperoni! Sim, é pra levar! Quanto vai custar? Ah sim, 40 simoleons! Envie para Alameda Sim 13, aqui mesmo da cidade! Obrigada!

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- ISSO, ISSO, ISSO! – Disse Olívia, quase berrando de felicidade. – Matando mais um idiota, a Dona Morte vai ser obrigada a vir aqui! Ai, droga! Deixa eu me livrar dessa arma, não posso deixar tudo claro quando aquele entregador de pizza idiota aparecer aqui! Bom, o jeito vai ser corpo a corpo.
Alguns minutos depois... BIP BIP!
- Já vai!
- “É! O idiota chegou! Tá na hora de atraí-lo para minha armadilha!”

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- Olá, senhora! Aqui está a sua pizza, fresquinha, acabou de sair do forno! Foi você que pediu a pizza de calabresa com bacon e pepperoni, não foi?
- É sim, sou eu! Obrigada! São 40 simoleons, né? Espere que já vou pagar!
- Ótimo! Shiff... Shiff... Cara, que cheiro de queimado brabo aqui!
- Ah, não se preocupa... Eu estava cozinhando um peru para o almoço, mas acidentalmente me distraí no computador batendo papo com alguns amigos que esqueci completamente do forno! Como pode ver, o peru está bem no forno ali ainda! Foi por esse motivo que eu pedi uma pizza! Bom, pode me dá-la?
- Mas, espera aí... Não tem nada queimado ali no fogão! E cadê a minha gorjeta?
- Ah sim... Sua gorjeta... Espera aí seu mané! Pensa que vai a algum lugar? – Olívia logo se aproxima da porta, a tranca, pede pra que aguarde em pé e logo tenta pegá-lo por trás.
- O QUÊ? AI, NÃO FAÇA NADA COMIGO!!! AI, AI, ME SOLTA!!! AH, SOLTA!!! ME SOLTAAA!!! BUFFF....
E então, o entregador de pizza morre instantaneamente estrangulado. Olívia pegou seu pescoço e primeiramente começou a apertá-lo muito forte e deixa-lo sem ar, mas ele ainda era um pouco mais forte, e conseguiu fazê-la soltá-lo, mas Olívia foi mais esperta. Com tanta raiva que sentia, logo conseguiu pegá-lo novamente, e ela moveu seu braço até seu pescoço com tanta força, que seu pescoço havia ficado roxo, e logo morreu, prematuramente...

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- Ufa! Como dá trabalho matar! Esse daí foi esperto, mas nem tanto. Tá achando que você é inteligente, meu bem? Eu fui mais que você! Eu espero que você esteja se divertindo no lugar que está, o inferno! Onde está Dona Morte?!? Que pizza mais nojenta!

Misteriosamente, com várias nuvens azuis lhe cobrindo, Jô Milton aparece sorrtateiramente na casa dos Espectro. Ela havia descoberto todo o plano de Olívia Espectro. - Meu Deus! Não posso deixa-la que mate a sobrinha. Essa mulher é psicopata... Ela já matou muita gente! Se bem que, eu também exterminei a minha família... Está na hora daquela velhota aposentar e eu ocupar o cargo dela! Mas... Morte está aqui! Não acredito nisso!

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- Olá, minha doce Olívia! Meu mar de rosas! Pelo visto, você já matou este entregador de pizza! Queria me ver?
- Oh, Dona Morte! É sempre tão galante! Bom, sim, eu o matei. Eu estrangulei este rapaz. E sim, também queria lhe ver. Preciso que leve o corpo dele para mim, não vou ter mais condições de enterrar ninguém no meu jardim. Afinal, minha sobrinha descobriu meus planos de assassinatos e quer me botar na cadeia! E se eu aparecer com mais uma lápide, ela pode desconfiar... Eu... Eu-Eu preciso mata-la, não haverá jeito! Eu a amo, mas ela estará num lugar seguro agora depois de morrer.
- Bom, está bem! Mas, se precisar de ajuda... Eu estou a sua disposição, Olivinha!

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Espionando toda a conversa, Jô decide abrir o jogo e se encontrar com Olívia Espectro, cara a cara, pela primeira vez. Ela aparece do nada com seus poderes de tele transporte.
- Olívia Espectro! Se não é a assassina de Estranhópolis... Muito prazer, eu me chamo Joana Milton, mas me chame apenas de Jô. Vim impedi-la de matar sua sobrinha, afinal, você deveria se aposentar, idosos como você deveriam estar no asilo. Eu vou tomar o seu lugar, velhota!
- Ora, ora, ora... Quem é você minha filha? Você é uma garota muito feia, sabia? Chega à minha casa assim do nada e vem achando que tem moral pra me xingar assim?! Ei... Espera um pouco... É você! Eu estou lembrada! Você é a tal fúria que quase tentou matar minha irmã Villona! Eu devia acabar com sua raça, branquela metida!
- A não ser que eu acabe com você primeiro, velha coroca!

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- Oh, meu santo Deus das trevas! Chega! Parem já as duas de tapas e beijos! Joana Milton, o que você está fazendo aqui? Eu lhe ordenei a cumprir minhas ordens, porque você ainda não aniquilou aqueles moleques do brejo? Sua idiota!
- Cale a boca, Morte! Então é aqui que você sempre vem dar uns beijinhos na sua mulher? Você é um traidor! As vezes você vai a lugares que nem eu sei! Agora, sei onde sempre se mete! Mentiroso! Você deveria estar fazendo seu trabalho! Humpft... Eu deveria matar os dois!

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- CALA A BOCA, VADIA! EU VOU ESTOURAR SEUS MIOLOS! AFINAL, EU AMO DONA MORTE, E NEM NADA NEM NINGUÉM VAI ATRAPLHAR NOSSO ROMANCE! Últimas palavras antes de morrer, bicho feio?
- Hum... Há... Háhá... Há... Háháháháhá!
- Porque você está rindo? Acha engraçado tudo isso? Vamos ver o que é engraçado quando eu matar você e ver seu corpo no caixão!
- Você é uma velhota bem idiota. Acha mesmo que me ameaçando essa sua arminha que você carrega pra todo lado vai me deter? Ah, não... Tsc tsc tsc tsc... Eu sou Jô Milton, ninguém pode me matar tão fácil assim.
- Ah é? ENTÃO LEVA CHUMBO, FILHA DA MÃE!

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Olívia rapidamente acerta várias balas em direção a Jô Milton. Enquanto uma bala era acertada, rapidamente ela se enchia de munição para botar mais e continuar acertando. Olívia já tinha o dom em armas, portanto, não era nada difícil para ela manuseá-la.
- AI, DROGA! SUAS BALAS ME ACERTARAM SUA VELHA DESGRAÇADA! AI! DROGA... NÃO... NÃO VAI FICAR ASSIM... VOCÊ NÃO PODE ME MATAR TÃO FÁCIL ASSIM!
- Ah, ela pode sim, Jô Milton. E tem mais, por não me obedecer, você está oficialmente banida do mundo das trevas! E tem mais, os poderes que o meu senhor te deu não vão te salvar dessa. Você é metade demônio, metade humana. Foi por isso que você sentiu as balas. Você pode até se regenerar, mas a regeneração é limitada pra você.
- NÃO, NÃO! EU... EU... VOU ACABAR COM VOCÊS! EU MATO VOCÊS! AAAAAA!
Naquela hora, Jô sentia muita raiva. Ela estava com tanto poder em si mesmo que quase não conseguia controlar seu corpo. Ele estava dominado pelas criaturas das trevas. Rapidamente, ela deu um soco tão poderoso em Olívia, que foi capaz de machuca-la gravemente e sair chamas do seu punho, literalmente, além de destruir metade da casa. Ela voou logo para longe, no quintal, sofrendo muita dor.

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- TOMA ESSA, ESPECTRO! – Disse Jô Milton. – Droga, esse soco foi tão forte que quase acaba com o meu punho!

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- S-Sua maldita... Eu vou acabar com você... V-Você destruiu minha casa... Olha só o que você fez comigo! Eu tô sangrando muito, sua idiota! E-Eu mato v-você... – Dizia Olívia, já desacordada pelo soco que Jô deu. Ela estava inchada e sangrando muito na barriga e na região do tórax.

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Dona Morte, com a ajuda dos seus poderes malignos, invoca fogo, zumbis, destruição e outras criaturas da noite para pegá-la, além de causar o maior estrago na casa de sua amante Espectro. Jô,como era esperta, rapidamente conseguiu fugir antes de ser devorada pelos mortos-vivos. Ela via tudo aquilo como um jogo de campo de batalha. Como é 50% imune ao fogo, ela não sofreu problemas graves ao encostar no fogo, mas, se fossem chamas ainda maiores, ela teria se ferido. Logo, Jô Milton ainda fica com mais raiva ainda. Ela revida morte e invoca chuva, fogo e a escuridão.

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- Toma essa, morte! Ainda é páreo para mim? MUAHAHAHAHAHA! Já matei as criaturas que você achou que iriam me matar, agora, eu vou destruir você! Assim como a velha que eu soquei! – Dizia Jô, com uma voz diabólica.
- NÃO, NÃO, NÃO! – Dizia Dona Morte, com uma voz fina, parecendo se decompor. – JÔ MILTON, VOCÊ VAI VER! EU INVOCO, PELAS SOMBRAS DA FLORESTA...
- Não, não, não... É aquele super poder maligno! VOCÊ VAI ME DESTRUIR! Tenho que impedi-lo imediatamente!
Antes que Jô pudesse impedi-lo, Olívia acorda rapidamente, mas ela havia ouvido tudo. Jô tentou correr para que ele não cause uma grande explosão, resultando na morte de todos, mas Olívia, ainda com sua arma, atira várias vezes contra Jô, fazendo-a cair e deixa-la desacordada.
- PELOS DEMÔNIOS DA TERRA, OS VENTOS QUE SOPRAM ALTO, OS RUGIDOS DAS TREVAS, EU INVOCO A DESTRUIÇÃO!
- NÃO, NÃO, NÃO, NÃÃÃÃÃÃÃÃO! – Dizendo isso, Jô ainda tentou correr da grande explosão que ocorreria naquele local, mesmo com as balas perfuradas seu corpo. Iria ser uma explosão tão grande que mataria todos que estivessem presentes no local, e é claro, a casa iria ser destruída. Muitos vizinhos viram aquela explosão acontecer, e ninguém acreditou no que estava vendo.

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E então, a gigantesca explosão acontece. Toda Estranhópolis viu aquela cena de longe mesmo, nas suas casas. Todos foram mortos queimados, até mesmo Jô, mas, diferente dos outros, ela ficou desacordada e não ficou com o corpo queimado, afinal, por ser ainda um demônio, ela sofreu queimaduras, mas seu estado ainda era grave. Não havia sobrado mais nada naquele lugar... Estava tudo em chamas, mas muitas chamas mesmo... A sorte é que estava chovendo bastante, e a chuva amenizou a entrada das chamas, deixando apenas algumas restantes. Ofélia estava na casa de João, em seu aniversário, e de lá do quintal, testemunhou tudo acontecer. Ela teve de deixar a festa correndo para ir ver o local.

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Mesmo na chuva, Ofélia correu até a sua casa. Ela mal podia acreditar naquela cena, diante dos seus olhos. Sua casa estava destruída. Só se via pedaços e vestígios de móveis, cadeiras, roupas e mesas destruídas. O fogo também era demais, mas, graças a chuva, ele foi se apagando aos poucos.
- NÃO, NÃO, NÃO, NÃO! TIA... SNIFF.. SNIFF... – Chorou Ofélia, como um bebê. – PORQUE TIA, POR QUÊ? O QUE ACONTECEU AQUI? POXA... SE EU TIVESSE VINDO PRA CASA... NADA DISSO TERIA ACONTECIDO. TÍNHAMOS TANTA COISA PRA CONVERSAR... E VOCÊ MORRE... E ESSAS PESSOAS... DROGA, EU ME SINTO TÃO CULPADA... ONDE EU VOU MORAR AGORA? O QUE VAI SER DE MIM???

AHOE - Foto 319

- Bom, e essa foi a história de Olívia Espectro! O que você achou?
- Poxa, horripilante! Mas, espera aí Tommy... Cadê o final da história? Afinal, nossa mãe só ficou chorando?
- Ah, é, esqueci de te contar o resto, Janaína!

AHOE - Foto 320

- Depois da tragédia daquele dia, o GovernoSim ficou sabendo da situação da Casa Espectro. Já que haviam milhares de lápides de alguns defuntos por aqui, resolveram reformar o lugar todo e depois de alguns anos de construção, esse lugar virou um cemitério! Ele é chamado de Recanto da BoaPaz Espectro, e as lápides da Olívia e do seu falecido marido Inglório ficam no meio e juntas. Iriam levantar uma estátua de Olívia Espectro aqui, mas, o GovernoSim estava sem dinheiro suficiente, houve uma rebelião entre os cidadãos e eles se recusavam a pagar impostos por causa das assombrações desse lugar!

AHOE - Foto 321

- Disso eu sei, seu bobinho! Aliás, todo mundo sabe a história desse cemitério! Eu quero saber o que aconteceu depois que a mamãe ficou chorando pela tia Olívia!
- Ah sim... Desculpa, eu me esqueci de te contar esta parte!

AHOE - Foto 322

Depois daquele dia, nossa mãe Ofélia não tinha um lugar pra ir, ela iria morar na rua. Então, ela decidiu ir até a casa do João, onde ela perguntou aos seus pais se podia ficar com eles por um tempo até arranjar um emprego e se mudar para um apartamento. Nosso pai João insistiu na ideia da namorada vir morar junto para os pais. Eles não queriam que Ofélia morasse sozinha em um apartamento, então decidiram que ela iria morar junto com eles por um bom tempo. A irmãzinha também gostou da ideia, afinal, com mais uma garota na casa, ela poderia se livrar dos sermões e o blá blá blá da mãe Jeanie. Ofélia morou um bom tempo com João, tanto que, eles tiraram notas tão altas juntos que, ganharam uma bolsa de estudos quase completa para La Fiesta Tech, uma das mais prestigiadas faculdades de Estranhópolis. E é claro que eles não podiam deixar uma oportunidade dessas passar. Ofélia ingressou filosofia e João cursou a complicada matemática. E sim, eles conseguiram se formar e ganharam uma bolsa de estudos completa, além de uma quantia em dinheiro. Juntos, eles decidiram comprar uma casa ao leste de Estranhópolis. João, um bom tempo depois, pediu Ofélia em noivado, e logo, eles se casaram em uma acapela aqui da cidade. A lua de mel tinha sido em Sim-do-Caribe, uma ilha luxuosa a quase 100 quilômetros daqui, só poderíamos ir até lá de avião.

AHOE - Foto 323

- Poxa, obrigada por me contar toda a história, Tommy! Foi emocionante! Não sabia que a tia Olívia era uma pessoa tão estranha... Poxa... Matar gente é tão cruel... Não sei como ela conseguia se encontrar com aquele bicho pavoroso!
- Se é, Janaína! Sabe, eu estou feliz por nossa família. Se não fosse por ela, não estaríamos aqui agora!
- Eu também! Nossa! Cemitérios me arrepiam! Sorte nossa que ainda é oito da noite! Se bem que aqui só estamos nós dois e os zeladores! Ei, você sabe qual é o paradeiro daquela Jô Milton? Dizem que nunca encontraram o corpo dela.
- Sim, é estranho mesmo não terem encontrado, ela deveria estar junto com os outros corpos incinerados. Mas, algumas pessoas inventam paranoias e lendas de que por ser um demônio, ela sobreviveu da explosão e fugiu para bem longe, e depois de alguns anos, planeja atacar toda a vizinhança de Estranhópolis de novo... Pufft... Acredita nisso?
- Não, nossa! Essas histórias são sempre esquisitas e inventadas, não é, Tommy? Tommy?!

AHOE - Foto 324

- Fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa...
- Ei Tommy, porque você está gaguejando? E o que você tá olhando? Você tá me assustando...
- Fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa-fa... FANTASMA DE OLÍVIA ESPECTRO!
- Oh, meu Deus! Não brinca!

AHOE - Foto 327

- Háháhá! Que crianças idiotas! Assustaram-se por nada só depois que eu apareci! Hihihi, como é bom ser malvada! Mas, não se preocupem... Um dia, todo mundo vai ver, eu sairei dessa lápide idiota e o mundo se curvará diante de mim! Hahaha!

AHOE - Foto 328

- Ah, é? E eu também! Muahahahaha!

AHOE - Foto 329

FIM!... Ou não?
Obrigado à todos de verdade, a todos mesmo, que leram A História de Olívia Espectro. Se não fosse por vocês, que sempre me motivam a continuar a série, eu nem estaria aqui agora, dando esse depoimento meu pra vocês, afinal, essa simsérie teria sido cancelada há tempos... Mas quem foi quem me motivou a continuar, mesmo com o The Sims 2 em problemas? Isso mesmo, foram vocês! Gente, novamente, muito obrigado por acompanhar a série até aqui, agradeço de verdade a cada leitor que esperou por esse momento.

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