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Abduzida
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Nome Abduzida
Escrito por EiSSy
Data de lançamento 18 de janeiro de 2014
Simsérie A Garota do Vestido Vermelho
Classificação A leitura é aberta para todos os públicos. Livre

Cronologia
Próximo Capítulo Capítulo 2: Sequestro?!
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Propriedade

A Garota do Vestido Vermelho - Capítulo 1: Abduzida é de propriedade de EiSSy. A menos que a edição seja construtiva ou de poucos detalhes, peça permissão ao autor para editar a página.


Quando ela abriu os olhos, estava numa pequena sala, toda pintada de branco. Havia uma luz muito forte sobre ela.

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A única coisa que pôde distinguir naquele ambiente foi uma porta. Tentou abri-la, mas estava trancada.

A única coisa que pôde distinguir naquele ambiente foi uma porta. Tentou abri-la, mas estava trancada. Começou a gritar apavorada:

– Socorro! Socorro! Socorro! Tem alguém aí?

Ninguém a respondeu. Ela estava sozinha naquele lugar completamente desconhecido. Teve a sensação de estar num avião, pois a sala se sacudia vez ou outra, como se ela estivesse realmente a bordo. Depois de alguns minutos procurando uma saída, sentou-se no chão e começou a lembrar-se de sua família.

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Depois de alguns minutos procurando uma saída, sentou-se no chão e começou a lembrar-se de sua família.

Após uma longa reflexão, lembrou-se do que aconteceu antes dela ir parar ali.

– Tem certeza que vai mesmo a casa desse homem? – dizia Vladmir – ele é um cafajeste, Laura!

– Ora Vladmir! Você mal o conhece! E a Cassandra confia muito nele! Eu quero conhece-lo melhor! Quando conversei com ele pela primeira vez, ele parecia tão triste... Não quero tirar conclusões precipitadas!

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Vladmir dá um beijo na Laura e se despede.

– Ok, meu amor, já vi que não tem jeito de fazê-la mudar de ideia. – Vladmir dá um beijo na Laura e se despede - Até logo, querida! Cuidado c– om esse homem!

– Tudo bem – diz Laura rindo da desconfiança do marido – até logo.

Alguns minutos depois, lá estava Laura tocando a campainha de Don.

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– Laura, é você! Entre, por favor!

– Laura, é você! Entre, por favor! Laura sorriu e entrou.

– Você está linda como sempre!

Laura agiu naturalmente, sua beleza já atraiu esse tipo de comentário de outros homens.

– Obrigada, gentileza sua.

– Sente-se, por favor. – dizia Don, puxando a cadeira para Laura. – Eu gosto muito de sua presença, sabia?

– É mesmo?

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Don começa a se aproximar do rosto de Laura e lhe rouba um beijo.

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Laura o empurra.

– Sim... – Don começa a se aproximar do rosto de Laura e lhe rouba um beijo. Laura o empurra e, ainda surpresa com o ato do garanhão, sem dizer uma palavra, levanta-se da cadeira. Já se dirigindo à porta, sente um puxão no braço.

– Por favor, Laura, me desculpe, eu gosto muito de você, e não pude resistir, eu... Por favor, perdoe-me! – Don já estava ajoelhado, implorando à Laura o perdão.

– Ai Don, você não tem jeito mesmo! Acalme-se, eu te perdoo, mas agora levante-se desse chão!

Don se levanta e convida Laura:

– Venha, eu tenho um telescópio bem aqui, adoro passar as noites vendo as estrelas nele.

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– Vladmir também adora ficar observando-as. Deve ser bem interessante, né? Posso olhar?

– Vladmir também adora ficar observando-as. Deve ser bem interessante, né? Posso olhar?

– Claro! Eu vou ao banheiro, volto logo! Fique à vontade!

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A luz sugou Laura.

Enquanto Laura observava distraída o céu estrelado, algo se aproximava por detrás dela. Uma coisa redonda e prateada. Um buraco abriu-se debaixo do objeto, e nele uma luz branca surgiu. A luz sugou Laura.

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O pensamento de Laura foi interrompido quando ela viu a porta se abrir.

O pensamento de Laura foi interrompido quando ela viu a porta se abrir. Duas criaturas de pele esverdeada foram na direção de Laura com algo nas mãos, uma espécie de granada. Jogaram o objeto no chão, e rapidamente uma fumaça cinza se espalhou por toda a sala. Laura começou a se sentir sufocada. Caiu no chão, tonta. Havia desmaiado.

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Quando ela voltou a si, estava deitada numa cama. Ao redor do lugar havia um monte de gerigonças médicas.

Quando ela voltou a si, estava deitada numa cama. Ao redor do lugar – com aparência de uma sala de cirurgia – havia um monte de gerigonças médicas.

Observando mais um pouco o lugar, encontrou uma criatura virada de costas, que também possuía a pele verde e usava um jaleco.

Chega ao lugar uma outra criatura verde, com aparência feminina e maquiagem carregada.

– Então, acabou?

– Sim, senhora.

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– Explêndido!

– Explêndido! Vamos, saia do meu caminho, preciso ver se fez um bom trabalho.

Ela se aproximou de Laura. Fez que ia dizer algo, mas Laura perguntou primeiro:

– Desculpe, mas que lugar é esse?

– Não lembra o que aconteceu, querida? – a criatura exclamou, com uma ponta de ironia na voz.

– Não, sinto-me tonta...

A criatura verde apenas se levantou e foi se retirando do lugar, soltando uma estranha gargalhada.

– Espere! O que farei com ela? – dizia, apontando para Laura.

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– Mas mantenha ela LONGE de Belavista!

– Sei lá, use-a como cobaia, faça o que quiser. Mas mantenha ela LONGE de Belavista! Agora, com licença, preciso fazer uma ligação...

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